sábado, julho 09, 2005

De Londres a Israel passando pelo Iraque

Mais um ataque terrorista na Europa, depois de Madrid, Londres. O ataque cobarde, inesperado, cego em relação às vítimas, como é habitual nestes assassinos, foi reclamado por uma organização fundamentalista islâmica, aparentemente uma célula europeia da Al-Qaida. Não se pode falar propriamente em surpresa, embora situações como esta nos choquem sempre, sejam quais forem as circunstâncias, a realidade é que esta ameaça que pairava sobre o Reino Unido era de há muito conhecida, seria apenas uma questão de tempo até se materializar no horror.

A Europa está indefesa perante esta gente, não há que ter ilusões, é apenas uma questão de vontade e oportunidade para que se repita nova tragédia numa qualquer outra cidade europeia e não há absolutamente nada que as forças de segurança e os serviços de informação dos nossos países possam fazer, como aliás já se sabia e ficou agora uma vez mais provado. Podem-se evitar algumas tentativas de atentados mas não se consegue mais que ganhar tempo.

É preciso apontar claramente as causas e os responsáveis por tudo isto, é preciso dizer a verdade, não fosse a politica de imigração irresponsável dos governantes europeus desde o pós-guerra e não teríamos dentro das nossas fronteiras milhões de possíveis soldados do Islão com um ressentimento visceral ao Ocidente. Falar em política de imigração não é sequer correcto, não há qualquer política, uma política exigiria a existência de critérios, por mínimos que fossem, na permissão de entrada de cidadãos de fora da Europa. A verdade é que as nossas nações estão de “portas escancaradas”, qualquer pessoa consegue entrar na Europa, a situação é de tal modo caricata que os serviços de fronteiras não expulsam sequer uma grande parte dos imigrantes ilegais que apanham, deixando-os muitas vezes ficar na clandestinidade e perdendo o seu rasto ou então acabam por ser legalizados independentemente das suas possíveis condições de integração, legitimando assim a sua presença dentro do espaço europeu.

No caso dos islâmicos, isto traz um custo acrescido, o de seguirem uma religião que ganhou um cariz totalitário, intolerante, tirânico, expansionista, com valores completamente incompatíveis com os das sociedades europeias e com um trajecto histórico feito de confrontos com a Europa, uma memória histórica que perdura bem viva no Islão e que alimenta um ressentimento aberto em relação ao Ocidente. Sim, todos sabemos que nem todos os islamitas são fundamentalistas, mas a verdade indesmentível é que são vários os imãs que por essa Europa fora pregam o alcorão instigando o mais absoluto desprezo pela vida de quem não é islâmico e defendendo uma sociedade opressiva, verdadeiramente despótica, fomentando a ideia de que tudo é válido em ordem a impor a sua religião e alguns assumindo mesmo que têm como objectivo a conversão religiosa da Europa por qualquer meio necessário. Aqueles que sempre se prestam a vir em defesa do Islão como a religião da paz devem discutir o alcorão com os que o estudaram durante anos e que o ensinam como uma visão totalitária e impiedosa do mundo; nós limitamo-nos a constatar a expressão prática do Islão nas sociedades onde detém o poder, teocracias que são invariavelmente prepotentes, onde as mulheres são tratadas como seres inferiores, onde não existe liberdade, e limitamo-nos a contabilizar as vítimas da guerra cega travada em nome de Alá por esse mundo fora contra os “infiéis”.

No imediato seguimento do atentado em Londres os neo-conservadores americanos saíram logo a terreiro, pela voz de homens como Podhoretz, clamando pela guerra sem tréguas ao “terrorismo” de que eles sempre foram os maiores fomentadores e apologistas, Blair e outros responsáveis britânicos afinaram pelo mesmo diapasão e o mesmo se passou um pouco por todo o mundo ocidental, a reacção aos assassinatos foi a de afirmar convictamente que a guerra ao terrorismo não irá parar e que, pelo contrário, será reforçada até que os criminosos sejam apanhados. Mas eu pergunto, que guerra e que criminosos? O que significa verdadeiramente afirmar que a guerra aos terroristas irá continuar? Os tais terroristas estão dentro das nossas fronteiras, espalhados por todo o mundo, não existe um Estado visível por detrás disto mas células islâmicas dispersas por todo o planeta. Discutiram-se possíveis soluções, formas de precaver novos atentados, modos mais eficazes de combater a ameaça terrorista, as ideias e sugestões versam inevitavelmente a conversa do costume; à direita apontam, genericamente, para um reforço da vigilância e do policiamento, para a colaboração entre as forças policiais e serviços de informação dos diversos países naquilo que resultará inevitavelmente numa progressiva restrição da liberdade dos cidadãos do Ocidente, procurou-se também reforçar a legitimidade da intervenção ocidental no mundo muçulmano , nomeadamente no Iraque, e quiçá começou-se a preparar outras intervenções noutros locais em nome dessa tal guerra ao terrorismo. À esquerda lá veio o paleio habitual da exclusão social , da pobreza como causa directa do terrorismo, da necessidade de melhor integração das comunidades imigrantes, o apelo à necessidade de diálogo, enfim, de um lado e outro ouviu-se a cassete esperada. Qualquer pessoa minimamente realista sabe que não é a pobreza ou a exclusão que motivam estes atentados, existem razões de fanatismo religioso e razões políticas e sociais muito mais fortes por detrás disto, e verdade seja dita, a esquerda lá falou em algumas das razões políticas, embora obviamente recusando-se a referir a incompatibilidade do Islão com os valores das sociedade europeias, isso iria contra toda a lógica do pensamento esquerdista. O problema é que as soluções aventadas por uma certa direita são igualmente ineficazes, por um lado recusam-se a abordar parte das origens políticas deste problema, por outro lado não há forma de impedir que um muçulmano qualquer entre num transporte público e se faça explodir, por mais coordenação internacional, segurança e vigilância que exista, esta é a dura realidade! A única solução que nem uns nem outros são capazes de indicar mas que poderia de facto devolver alguma segurança à Europa seria a expulsão massiva de imigrantes islâmicos do Velho Continente,começando pelos ilegais, os não nacionais e pelos frequentadores de mesquitas onde preguem os imãs fundamentalistas,sendo que estes imãs, naturalmente, seriam igualmente expulsos.Obviamente que esta ideia só pode ser apontada por “fachos”, é horrivelmente atentatória dos supremos valores “humanistas” e internacionalistas que governam o Ocidente, é definitivamente radical, politicamente incorrecta e nada moderada, e como os europeus têm de ser sempre moderados e "razoáveis", olhem, que diabos, lá se vai aguentando uma chacina ou outra de vez em quando…

Enquanto a esquerda desenvolvia a sua usual retórica bacoca da exclusão social tocava, no entanto, num outro ponto: A guerra do Iraque. A direita da praça insurgiu-se contra isso com o argumento de que os atentados do 11 de Setembro ocorreram antes dessa guerra, alertando para o facto do surgimento da Al-Qaida ser independente desse facto. É verdade que os ataques aos Estados Unidos antecederam a guerra no Iraque, contudo há que fazer a distinção entre esses atentados e os atentados que subsequentemente ocorreram na Europa, não se trata exactamente do mesmo fenómeno. Os atentados nos EUA , e em minha opinião a esquerda tem razão aqui, não foram independentes de décadas de política externa americana no conflito entre Israel e o mundo árabe sempre em prejuízo dos últimos, na realidade, os EUA actuaram sempre em apoio a Israel no Médio Oriente, os EUA financiaram( e continuam a fazê-lo) o Estado de Israel durante décadas ao mesmo tempo que ocasionalmente se arvoravam em pretensos mediadores do conflito com os palestinianos. Entre 1955 e 1992 Israel violou mais de meia centena de resoluções da ONU e por mais de 30 vezes o veto americano bloqueou resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas contra Israel, falamos do mesmo país que se mostrou tão chocado com as violações contra resoluções da ONU por parte do Iraque e que fez desse facto parte da argumentação a favor da sua invasão. Seria de esperar que uma política americana claramente atentatória da posição árabe não tivesse como resultado o crescimento de um ódio resoluto aos Estados Unidos? Alguém pode dizer que os EUA não tiveram ao longo de várias décadas uma política sionista no Médio Oriente? Esse ódio à América derivado da posição sempre assumida pelos americanos no Médio Oriente ajudou de certeza ao surgimento e proliferação de organizações como a Al-Qaida e a cruzada de alguns países europeus na guerra ilegal no Iraque ao lado dos EUA ajudou a colocar definitivamente a Europa na mira do fundamentalismo islâmico. Os ataques da Al-Qaida na Europa só surgiram após essa intervenção no Iraque e sempre foram reivindicados em nome dessa guerra. Os anteriores atentados islâmicos em países europeus revelavam uma animosidade em relação aos nossos valores civilizacionais que já sabíamos existir, é um facto, mas nada comparável ao que sucede agora e certamente de muito mais fácil resolução até porque com menores ramificações internacionais e até apoios.

A guerra no Iraque contribuiu certamente para a situação actual no continente europeu; foi uma intervenção militar instigada pelo lobby neo-conservador dos EUA que visou não só expandir interesses económicos norte-americanos como ajudar a geopolítica de Israel, uma guerra ilegal à luz do direito internacional, assente em falsos relatórios de serviços secretos, em nome do apropriamento de armas de destruição maciça que não existiam e que teve o condão de retirar do poder um governo que, embora ditatorial, era secular e não permitia a expressão de fundamentalismos religiosos, contando por isso com a própria oposição de organizações como a Al-Qaida. O resultado desta guerra de interesses económicos de multinacionais americanas e interesses geoplíticos do Estado de Israel foi deixar o Iraque ingovernável e exposto ao poder dos radicais islâmicos, transformado que está num país caótico, sem paz nem ordem e com uma situação que ninguém sabe como resolver, se é que terá resolução, ao mesmo tempo que ajudou a aprofundar a animosidade já existente em relação aos Estados europeus, nomeadamente os que nessa guerra participaram.

Na guerra do Iraque não existiam verdadeiramente interesses a defender por parte da maior parte dos países europeus, a razão que justificará o apoio de algumas nações da Europa a essa intervenção terá sido a necessidade de assegurar protecção militar; muitos países europeus têm a noção de que não têm capacidade de defesa e que os EUA são o mais capaz e fiável dos seus aliados militares contra eventuais ameaças. Esta necessidade de alianças militares terá certamente justificado a posição de parte do continente, e aqui entra uma questão nova: Os países europeus não podem ter verdadeira autonomia na política externa sem terem competência militar, para sua própria segurança. É também a necessidade de se conquistar independência em relação à política externa americana que deve impelir os países europeus ao desenvolvimento de sinergias e entendimentos no âmbito da construção de uma Europa Potência, com necessária capacidade militar que permita emancipação bélica relativamente aos norte-americanos. Isto é fundamental em face a duas realidades, a primeira é que a política externa americana não é muitas vezes convergente com os interesses europeus, é erigida na defesa dos interesses económicos dos grandes grupos financeiros americanos, com particular destaque para a indústria de armamento e petrolífera e na defesa dos interesses políticos de Israel e EUA; a segunda razão é uma questão de princípio para mim, não é aceitável que os nacionalistas europeus pretendam preservar a sua cultura e os seus valores civilizacionais face ao mundo não-europeu e ao mesmo tempo embarquem em políticas expansionistas que visam a imposição de valores civilizacionais ocidentais a países que também têm o direito de os rejeitar e pretender manter a sua própria identidade cultural. Ao abrigo da imposição da “democracia” e da “liberdade” os americanos pretendem erguer sociedades pautadas por parâmetros ocidentais em países que têm culturas fundadas noutros pressupostos e não cabe à América( nem à Europa) definir como devem os outros viver, esse espírito messiânico dos americanos é ridículo, mesmo porque é hipócrita, na medida em que esconde outros interesses estratégicos. Se a Europa pretende ter legitimidade para impedir a descaracterização da sua identidade deve então respeitar a identidade dos outros, não deve pactuar com uma política externa assente na imposição forçada de valores ocidentais a todo o mundo, deve garantir que tem capacidade de se defender para prevenir agressões e caso seja ameaçada, então sim, se justificará a resposta militar.

O deflagrar do terrorismo islâmico no Velho Continente não pode ser desculpabilizado, não é mero resultado da intervenção europeia no Iraque_ embora tenha sido reforçado por isso_ mas do ódio do islamismo radical a todo o Ocidente, agora não vale a pena perder tempo com demagogias quando a única solução que me parece eficaz para abordar o problema já a apresentei e quando estou convicto de que não existem condições para a tomar, por isso continuarão as fugas em frente na luta contra o terrorismo, sem que saibamos bem o que isso significa, seguiremos os EUA porque não temos capacidade de nos defendermos, continuando por isso dependentes da aliança com os norte-americanos, continuaremos a inútil cruzada à escala global contra o dito terrorismo ao mesmo tempo que permitimos a entrada de muçulmanos nos nossos países, permaneceremos no Iraque para não ceder perante os ataques até que alguma solução, provavelmente precária, permita abandonar o território alegando vitória, mesmo que falsa, e sem que isso leve realmente ao fim da guerra santa islâmica contra o mundo ocidental.

24 Comentários:

Anonymous Å disse...

Mais um tiro no Buiça... quero dizer, na Mouche.
;)
Excelente

6:03 da manhã  
Blogger alex disse...

Nota introdutória: Olhe que não A., olhe que não....


"A Europa está indefesa perante esta gente..."

NÂO, NÃO ESTÀ, basta que estejamos dispostos a utilizar TODOS (inclusivé EXPULSÁ-LOS da Europa, se necessário for) os meios necessários para os derrotar e lhes fazer ver "who's in charge".

Penso que foi o Nuno Rogeiro que, não há muito tempo, disse qulquer coisa deste género:

'Mesmo que Israel se auto-dissolvesse e os judeus saíssem TODOS do Médio-Oriente e emigrassem para o Pólo Norte e mesmo que os americanos se retirassem totalmente do Iraque e do Afeganistaão e das bases da Arábia Saudita, esta situação não só iria continuar como se iria agravar pois, pressentindo fraqueza e 'marcha-atrás', aí sim, é que eles (os mafométicos) viriam para cima de nós de vez'

Concordo em absoluto e recordo que vivemos no único terrítório (Península Ibérica) que logour ser libertado das pestíferas garras de Mafoma.
Foi preciso muito sangue e miuto esforço para libertar a Península, até à gloriosa queda de Granada em 1492.
Quando os árabes cavalgaram até Poitiers, onde foram esmagados, não havia Israel nem EUA e, já aí, a sanha predatória e expansionista deles se manifestava.

Se não havia Israel nem EUA, qual era a desculpa dos 'tadinhos' dos mafométicos então??!!

"É preciso apontar claramente as causas e os responsáveis por tudo isto..."

Pois é, e apresento-lhe os responsáveis: o Dar Al-Islam.
Ontem como hoje.

"... uma religião que ganhou um cariz totalitário, intolerante, tirânico, expansionista, com valores completamente incompatíveis com os das sociedades europeias e com um trajecto histórico feito de confrontos com a Europa, uma memória histórica que perdura bem viva no Islão e que alimenta um ressentimento aberto em relação ao Ocidente."

Ora cá está. Não sei se sabe que, ainda hoje, eles não 'engoliram' a perda da Península Ibérica.
Pois é...

"... a expulsão massiva de imigrantes islâmicos do Velho Continente,começando pelos ilegais, os não nacionais e pelos frequentadores de mesquitas onde preguem os imãs fundamentalistas,sendo que estes imãs, naturalmente, seriam igualmente expulsos."

Concordo EM ABSOLUTO e não sou, nem de perto nem de longe, 'faxxxo'.

"... décadas de política externa americana no conflito entre Israel e o mundo árabe sempre em prejuízo dos últimos, na realidade, os EUA actuaram sempre em apoio a Israel no Médio Oriente, os EUA financiaram( e continuam a fazê-lo) o Estado de Israel durante décadas ao mesmo tempo que ocasionalmente se arvoravam em pretensos mediadores do conflito com os palestinianos. Entre 1955 e 1992 Israel violou mais de meia centena de resoluções da ONU e por mais de 30 vezes o veto americano bloqueou resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas contra Israel,..."

Foram sempre os árabes que se recusaram a dividir a 'palestina' (com aspas).
Foram SEMPRE os países árabes que desencadearam as 3 guerras contra Israel. Deram-se mal das três vezes. Se tentarem uma 4ª vez, mais uma vez se vão dar mal e vão levar na corneta de forma épica.
Aquilo que hoje é uma Israel próspera, ficaria reduzida a um note de calhaus povoados por selvagens porcos se fosse restituída aos palestinianos que cultivam couves nas banheiras.
Parece que é preciso recordar que muuuuito antes de os caras-de- caralho dos palestinianos se 'alaparem' naquele território já ali tinha existido um Estado judeu durante séculos, pois é ali o berço dos judeus, a sua pátria, e não qualquer outro lugar. Jerusalem, por exemplo, foi fundada por judeus e foi o berço e centro do judaísmo durante séculos.
Se Portugal tivesse uma vizinhança daquelas também teríamos direito a desrespeitar as resoluções da ONU que fossem necessárias.. resoluções da ONU essa que, não raras vezes, não passam de amontoados de esterco ideológico cagados pelas cloacas de muito idiota que por lá vai perorando inanidades,insanidades e desvarios vários.
Ainda bem que os EUA e a Inglaterra se estão a CAGAR para a ONU.

"Os ataques da Al-Qaida na Europa só surgiram após essa intervenção no Iraque e sempre foram reivindicados em nome dessa guerra. Os anteriores atentados islâmicos em países europeus revelavam uma animosidade em relação aos nossos valores civilizacionais..."

Ah...mas então já tinham havido atentados antes!!!
Interessante.
Nisto, como noutras coisas, o camiho é a escalada, como sabe.

"... seguiremos os EUA porque não temos capacidade de nos defendermos..."

Ter até temos.
Basta dizer que, em caso EXTREMO, existem 3 países da Europa (Inglaterra, França e Rússia) que têm armas nucleares suficientes para deixar o mundo muçulmano destruído em poucos minutos.
No caso de uma nova Lepanto, bastaria a marinha de guerra inglesa para lidar com os mafométicos todos e os derrotar.

"...a política externa americana não é muitas vezes convergente com os interesses europeus...2
Exactamente da mesma forma que a nossa, muitas vezes, não é coincidente com a dels, especialemte no caso dos franciús e dos teutões...que agora até andam mais 'amansados', desde que o Blair lhes estragou a 'festarola'. :)

"...os EUA actuaram sempre em apoio a Israel..."

O que é uma 'pirueta' estratégica notável, tendo em conta que, até 1945/46 os EUA eram abslutamente indiferentes em relação aos judeus.
Mesmo durante a II Guerra, perante as notícias de uma grande perseguição aos judeus, os americanos (e os ingleses, note-se) sempre se estiveram a borrifar para esse facto.
É claro que,após o fim da guerra, foi um berreiro e uma choradeira descomunal. Pudera...pressentindo a intenção dos judeus em se instalerem no Médio-Oriente e sabendo já do petróleo que por lá havia, nada melhor que ter lá um 'testa-de-ferro' armado até aos dentes.
Até a França deu para o 'peditório', contruindo TOTALMENTE o gigantesco complexo nuclear de Dimona. Ainda hoje, a manutenção das instalações está a cargo dos franceses, note-se.

"...políticas expansionistas que visam a imposição de valores civilizacionais ocidentais..."

Mas tem sido essa a História do Ocidente. Desde as Cruzadas passando pelos 5 séculos de expansão e domínio colonial das potências europeias.
Juntamente com outros povos de grandes tradições civilizacionais (japoneses, chineses, coreanos) detemos um domínio mundial mais do que merecido porque....guess what...somos melhores.
O resto é paleio 'louçanesco'.

"Ao abrigo da imposição da “democracia” e da “liberdade” os americanos pretendem erguer sociedades pautadas por parâmetros ocidentais em países que têm culturas fundadas noutros pressupostos e não cabe à América( nem à Europa) definir como devem os outros viver..."

Desde que eles não nos chateiem.
Se nos chatearem muito e vierem 'para cima' de nós até temos o direito de lhes dar cabo do canastro.

"...esse espírito messiânico dos americanos é ridículo..."

Ó Rebatet, você anda com a memória curta, pois foi esse mesmo o espírito da Europa durante quase 10 séculos, desde a 1º Cruzada até os fim dos impérios coloniais.
(Agora a Europa tem é espírito cobarde a apaneleirado...enfim, uma merda.)
Desta forma, os americanos não inventaram este 'espírito'.

So mafométicos têm 3 hipóteses:

-ou nos deixam em paz
-ou torcem
-....ou QUEBRAM.

De qualquer fomra, no fim, os derrotados serão eles, pis a correlação de forças é-lhes dramáticamente desfavorável.


Por falar em messianismo, o Rebatet sabe o que se passou a 15 de Julho de 1099?

;)

Agora já não há 'marcha-atrás' possível.
Temos que ser o mais caceteiros e trauliteiros possível.

otherwise....we're fucked

11:56 da manhã  
Blogger alex disse...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

12:02 da tarde  
Blogger alex disse...

NOTA: é preciso ter em conta, em relação a 'expansionismos', que foi o Islão quem desencadeou as hostilidades à Europa cristã e não o oposto.

Levaram o troco.

NOTA2: É claro que os palestinianos têm direito a ter o seu Estado independente*, nos territórios que sempre estiveram previstos antes da Guerra dos seis Dias.

*assim podem lá plantar as couves na banheira à vontade e estar de cú p'ró ar 5 vezes por dia

12:22 da tarde  
Blogger Rodrigo Nunes disse...

«Se não havia Israel nem EUA, qual era a desculpa dos 'tadinhos' dos mafométicos então??!!»

O que é que isso tem a ver com a situação actual? ao longo da História árabes invadiram a Península, cruzados invadiram o mundo árabe, Espanha invadiu Portugal, Russos invadiram vizinhos, europeus invadiram África, americanos invadiram...bom, estes em poucos anos invadiram sozinhos quase mais gente que o conjunto das outras nações ao longo da História...A questão é que nesse jogo são poucos os que têm um passado limpo, se é que alguém tem.

«Foram sempre os árabes que se recusaram a dividir a 'palestina' (com aspas).»

Mas os israelitas nunca recusaram a ideia de um Estado palestiniano? Fui eu que sonhei?

«Foram SEMPRE os países árabes que desencadearam as 3 guerras contra Israel»

Terá de explicar isso ao anterior Primeiro Ministro israelita, Menachem Begin, que afirmou que em todas elas os israelitas tiveram escolha :)

«Ainda bem que os EUA e a Inglaterra se estão a CAGAR para a ONU.»

A ONU é em larga medida uma inutilidade, um reservatório de "tacho" para esquerdistas, agora os EUA parecem ver grande utilidade na ONU quando lhes serve os propósitos.Acontece que os EUA não se estão a cagar para a ONU mas para o Direito Internacional, fazem o que lhes dá na gana em nome dos seus interesses particulares.

«O que é uma 'pirueta' estratégica notável, tendo em conta que, até 1945/46 os EUA eram abslutamente indiferentes em relação aos judeus»

Pudera!Até ao início da 2º Guerra os judeus estavam confortavelmente instalados em posições priveligiadas na Europa, assim com aquelas que detêm agora nos States, está a ver ? :)

«Desde que eles não nos chateiem.
Se nos chatearem muito e vierem 'para cima' de nós até temos o direito de lhes dar cabo do canastro.»

Exactamente!

«Ó Rebatet, você anda com a memória curta, pois foi esse mesmo o espírito da Europa durante quase 10 séculos, desde a 1º Cruzada até os fim dos impérios coloniais.
(Agora a Europa tem é espírito cobarde a apaneleirado...enfim, uma merda.)
Desta forma, os americanos não inventaram este 'espírito'.»

Não inventaram mas são eles que o apregoam hoje e eu como acredito no direito de cada povo se governar como entender não aceito esse espírito falsamente moralista.Quanto à Europa apaneleirada, é verdade, mas não precisa de invadir outros países para deixar de o ser, basta que se livre de certas "influências".A Europa não aceitar que a ataquem e reagir com prontidão em tais situações não equivale a andar armada em messias da democracia ou do cristianismo por esse mundo fora.

«De qualquer fomra, no fim, os derrotados serão eles, pis a correlação de forças é-lhes dramáticamente desfavorável.»

Veremnos... os palestinianos também não têm força militar e no entanto continuam uma guerra suicida contra Israel.Não é isso que quero na Europa. E os grandes derrotados são os cidadãos que vão pelos ares nas nossas cidades não se sabe em nome de quê...ou melhor, até sabemos...

«Agora já não há 'marcha-atrás' possível.
Temos que ser o mais caceteiros e trauliteiros possível.»

Isso não resolverá nada Buiça, não enquanto você tiver islâmicos na Europa, enquanto não se resolver a questão palestiniana e enquanto não deixarmos de entrar nos países do Médio Oriente sem qualquer critério aceitável.Cá estaremos para ver.

Ps: É claro que eu também defendo que Israel tem direito ao seu Estado.E de preferência um que acolha os neo-conservadores americanos todos :)

4:07 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Eu bem digo, o Buiça é muito mais supremacista do que os chamados «supremacistas». Quanto a Israel, o meu único problema é que não estão lá todos os judeus.

NC

6:13 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Nos estamos lentamente a ser arrastados para o abismo!

Ou somos invadidos e controlados por dentro (pelos mafomas). O que tem estado a acontecer, devido a esquerda seja
ela de de cariz trotskista, leninista, ou sampaista (qual delas a pior pa!)

Ou nos metemos mais no "barulho" e estamos a fazer realmente o que os neo-conservadores querem! Aos mafomas e mais facil atacarem a europa do que os eua!


Este e o grande dilema! Mas tb para isso a solucoes! Temos e de comecar a limpar ... Expulsa-los a ambos definitivamente da Europa!


" ...E de preferência um que acolha os neo-conservadores americanos todos :)
"

Rebatet acredita que isso alguma vez seria possivel? Nao seja ingenuo!
Em israel eles nao tinham poder suficiente para tentar chantagiar a europa (como chegaram inclusivamente a tentar com Portugal) para receber dinheiro da industria do holocausto! Entre outras!


Anonymuz

6:19 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Desculpem enganei-me

onde estava "...tentar chantagiar a europa"

leia-se "chantagiar a europa"

6:23 da tarde  
Blogger alex disse...

"...o Buiça é muito mais supremacista do que os chamados «supremacistas»."

Claro.
E imperialista, note-se.
O lema é: WPWW
White Power WORLDWIDE!

ehehehhehehehehehehehh

Relembro ao Anonimuz que Israel tem mais armas nucleares que cabelos tem o Nuno Rogeiro :))

Quando ao comportamento do US Army no Iraque..bem...ouve-se dizer que é pior que um bando de Gremlins :)
uma bandalheira absoluta
;)

6:49 da tarde  
Blogger Caturo disse...

«A única solução que nem uns nem outros são capazes de indicar mas que poderia de facto devolver alguma segurança à Europa seria a expulsão massiva de imigrantes islâmicos do Velho Continente,começando pelos ilegais, os não nacionais e pelos frequentadores de mesquitas onde preguem os imãs fundamentalistas,sendo que estes imãs, naturalmente, seriam igualmente expulsos.Obviamente que esta ideia só pode ser apontada por “fachos”, é horrivelmente atentatória dos supremos valores “humanistas” e internacionalistas que governam o Ocidente, é definitivamente radical, politicamente incorrecta e nada moderada, e como os europeus têm de ser sempre moderados e "razoáveis", olhem, que diabos, lá se vai aguentando uma chacina ou outra de vez em quando…»

Brilhante resumo da situação.

Quanto ao resto, concordo por inteiro com o Buíça. Israel é que dá bons exemplos nesta matéria de lidar com muçulmanos: olho por olho, dente por dente. Quando os muçulmanos se armam em mártires bombistas, os Israelitas retaliam de imediato com eficaz brutalidade, arranjando mais uns quantos mártires muçulmanos, só que desta feita, involuntários, porque não conseguiram escapar à pontaria da força aérea que ostenta a Magen David...;)

O Buíça esqueceu-se no entanto de alguns pormenores: a Península Ibérica não foi a única terra que a cambada mafomética perdeu. Efectivamente, os arautos do crescente verde também perderam a Índia (que deve ser o país que mais odeiam, mais ainda do que Israel, embora não se fale muito no assunto) e, atenção, também perderam a Palestina.

Assim, a Ibéria, a Índia, as Balcãs, as Filipinas e a Palestina, são classificadas, no Islão, de Dar-al-cafir Taari, ou seja, uma terra de infiéis (Dar-a-cafir) que já foi dominada por muçulmanos mas que depois foi reconquistada pelos infiéis (Taari).

Os muçulmanos não têm qualquer direito sobre a Palestina. E o motivo pelo qual acham que o têm, é porque, na religião islâmica, Jerusalém é um lugar sagrado, de revelação a Mafoma. Ou seja, se Mafoma tivesse tido uma revelação em Lisboa, os muçulmanos achavam que tinham o direito de ficar com Lisboa para eles.
É tão simples - e obscenamente arrogante e descarado.

11:49 da tarde  
Blogger Caturo disse...

Já agora, para chatear um bocadito os meus camaradas mais cristãos: porque é que os Judeus não dão a outra face e os governos ocidentais dão?...;)

Pensem, pensem...;;));;))

11:50 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Ridley Scott has directed a new movie on the Crusades, entitled, 'Kingdom of Heaven.' Unfortunately, the movie is reported to be less than accurate (to say the least) and received a bashing by one of the world's leading experts on the Crusades, Jonathan Riley-Smith, a history professor at Cambridge. Here's a report from the Telegraph (UK):
"Ridley Scott's new Crusades film 'panders to Osama bin Laden'"
By Charlotte Edwardes
Filed: 18/01/2004
© Copyright of Telegraph Group Limited 2005.

Sir Ridley Scott, the Oscar-nominated director, was savaged by senior British academics last night over his forthcoming film which they say "distorts" the history of the Crusades to portray Arabs in a favourable light.

The £75 million film, which stars Orlando Bloom, Jeremy Irons and Liam Neeson, is described by the makers as being "historically accurate" and designed to be "a fascinating history lesson".

Academics, however - including Professor Jonathan Riley-Smith, Britain's leading authority on the Crusades - attacked the plot of Kingdom of Heaven, describing it as "rubbish", "ridiculous", "complete fiction" and "dangerous to Arab relations".

The film, which began shooting last week in Spain, is set in the time of King Baldwin IV (1161-1185), leading up to the Battle of Hattin in 1187 when Saladin conquered Jerusalem for the Muslims.

The script depicts Baldwin's brother-in-law, Guy de Lusignan, who succeeds him as King of Jerusalem, as "the arch-villain". A further group, "the Brotherhood of Muslims, Jews and Christians", is introduced, promoting an image of cross-faith kinship.

"They were working together," the film's spokesman said. "It was a strong bond until the Knights Templar cause friction between them."

The Knights Templar, the warrior monks, are portrayed as "the baddies" while Saladin, the Muslim leader, is a "a hero of the piece", Sir Ridley's spokesman said. "At the end of our picture, our heroes defend the Muslims, which was historically correct."

Prof Riley-Smith, who is Dixie Professor of Ecclesiastical History at Cambridge University, said the plot was "complete and utter nonsense". He said that it relied on the romanticised view of the Crusades propagated by Sir Walter Scott in his book The Talisman, published in 1825 and now discredited by academics.

"It sounds absolute balls. It's rubbish. It's not historically accurate at all. They refer to The Talisman, which depicts the Muslims as sophisticated and civilised, and the Crusaders are all brutes and barbarians. It has nothing to do with reality."

Prof Riley-Smith added: "Guy of Lusignan lost the Battle of Hattin against Saladin, yes, but he wasn't any badder or better than anyone else. There was never a confraternity of Muslims, Jews and Christians. That is utter nonsense."

Dr Jonathan Philips, a lecturer in history at London University and author of 'The Fourth Crusade and the Sack of Constantinople', agreed that the film relied on an outdated portrayal of the Crusades and could not be described as "a history lesson".

He said: "The Templars as 'baddies' is only sustainable from the Muslim perspective, and 'baddies' is the wrong way to show it anyway. They are the biggest threat to the Muslims and many end up being killed because their sworn vocation is to defend the Holy Land."

Dr Philips said that by venerating Saladin, who was largely ignored by Arab history until he was reinvented by romantic historians in the 19th century, Sir Ridley was following both Saddam Hussein and Hafez Assad, the former Syrian dictator. Both leaders commissioned huge portraits and statues of Saladin, who was actually a Kurd, to bolster Arab Muslim pride.

Prof Riley-Smith added that Sir Ridley's efforts were misguided and pandered to Islamic fundamentalism. "It's Osama bin Laden's version of history. It will fuel the Islamic fundamentalists."

Amin Maalouf, the French historian and author of 'Crusades Through Arab Eyes', said: "It does not do any good to distort history, even if you believe you are distorting it in a good way. Cruelty was not on one side but on all."

Sir Ridley's spokesman said that the film portrays the Arabs in a positive light. "It's trying to be fair and we hope that the Muslim world sees the rectification of history."

1:20 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

só para avisar do nascimento de um novo blog nacionalista, vejam em;
www.vozdosangue.blogsopt.com

10:17 da tarde  
Anonymous Sofia disse...

Texto excelente, como é apanágio!

O terrorismo é pura cobardia!
No seguimento dos atentados, parecia-me que o medo maior professado pelos média era o da generalização e não o de novos ataques. Entenda-se, generalização de que todos os muçulmanos são terroristas. Acho que isso é indiferente. SE for preciso generalizar as expulsões para garantir que nem mais um coloca em perigo a segurança da Europa, qual é o grande problema????
O actual "altruísmo" para com os outros povos (medo de admitir um pensamento xenófobo) é tido como um principio fundamental. É um profundo absurdo. Se se cumprisse à risca a expulsão dos ilegais, e aproveitar e expulsar os outros também, o medo de novos ataques seria controlado.
Eu acredito que as soluções mais simples são sempre as mais verdadeiras.

Caro caturo,
como sou um bocadito mais católica, mas não mais cristã, sou mais pelo Antigo Testamento, mas mesmo assim lhe respondo.

Só no Novo Testamento, com Cristo, foi ensinado aos cristãos a dar a outra face. Os Judeus reconhecem Cristo como mais um profeta, e não como filho de Deus, os Judeus ainda aguardam o Messias.

10:45 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

Apesar de ter origem catolica!
De cristao novo (judeu, marrano, da sinagoga de amesterdao, ou da trampa que lhe quiderem chamar!) nao tenho nada gracas a deus ou ao diabo (tanto faz), portanto nao vou fazer propaganda pela mossad!

Ha uma diferenca substancial entre se ser europeu e semita, parece haver muita gente que infelizmente nao entende ou prefere ignorar essa diferenca! Os semitas sao tanto os mafomas como os judas!
Nem uns nem outros deviam sequer ser autorizados a pisar o solo "sagrado" da europa!

Renuncio a qualquer forma de mistificacao ( leia-se: mentira bem engendrada) que venha desses "lados", quer seja da biblia ou do biblô, da tora ou do touro, do alcorao ou do alcatrao (isto para nao lhe chamar alcabrao)! É tudo lixo pseudo-intelectual para acabar de vez com os indo-europeus!

O catolicismo/cristianismo serviu apenas enquanto as cruzadas existiram, unica e simplesmente assim!!! Agora transformou-se por forte infiltracao (por "cristaos-novos") num instrumento do ódio anti-europeu!

A fé em Deus, Deuses, na vida eterna, no alem,... é uma opcao de cada um e nao pode nem deve so por si ter consequencia politicas!

Vivo sabendo que vou um dia morrer, e que pouco (ou nada) posso influenciar o que vem a seguir.
Vivo e amo os meus e a minha terra, gosto de cultura da tecnica e ciencia, e tenho orgulho de ser o que sou. Sou um resistente pela libertacao da europa! Uma europa indo-europeia (e grega antiga) em todos os sentidos!

Tudo o resto, futebois, usuras enfeitadas, jornalismos "serios", politiquices, mafias (sejam cabalisticas ou maconicas), supersticoes religiosas orientais e semitas,... Foram inventadas por embusteiros que se julgam "grandes coisas" com o objectivo de controlar as massas que nao passam de simples animais!

Meus caros choca-me que um site nacionalista, se esteja a tornar num instrumento de propaganda neo-conservadora! Estamos a caminhar para uma nova ditadura controlada por quem ja tem o poder na europa, e nao pelos verdadeiros europeu!

Nao entendem que os ataques bombistas vao apenas aumentar o poder dos ditadores mascarados de democratas que ja controlam a europa, de forma a que possam usar a policia da forma que entenderem? Julgam que estes porcos vao expulsar mafomas da europa? Pois claro que nao! Cada vez que ha bombas (eles "esfregam as maos de contentes"), aumentam as leis repressivas, nao so para os mafomas como especialmente para nos os, verdadeiros europeus!
A seguir vêm os me(r)dia desculpabilizar os mafomas coitadinhos, que sao tao pacificos!
E apelar para que nao haja "racismo"!

Anonymuz

12:48 da tarde  
Anonymous Acolito Espirita disse...

Resumo deste post - e deste blog: um bando de imprestáveis, cuja voz nada significa para a sociedade, que vêm para a net, dizer o que ninguém quer ouvir no dia a dia.
Acabam por encontrar vozes tão ou mais medíocres que a sua, e todos são felizes.
Bando de impotentes mentais.

4:04 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Comentários como o anterior mostram que o Rebatet - no seu estilo claríssimo e irrepreensível - incomoda muita gente.
Continuação do magnífico trabalho, deste alto doutrinador Nacionalista, é tudo o que desejo - e já não é pouco!

Saudações Nacionais,
Mendo Ramires

4:51 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

O senhor das colicas_espiritas, esta enganado pois ja "converti" ao nacionalismo anti-colicas_espiritas uma grande parte das pessoas que conheco, e vou continuar a faze-lo ate que parasitas como voce sejam irradicados definitivamente da sociedade Portuguesa!
Ja agora em vez de lancar "bocas" inconsequentes, tente ser construtivo (pois é os seus chefes "espirituais" esqueceram-se de o ensinar a usar o cerebro), e refute se conseguir, se o seu neuronio ainda funcionar!

Este e um dos melhores blogs da blogosfera! Mas e so para gente cujo cerebro tem mais do que 1 neuronio! (Ja agora sabe o que é um neuronio? Nao nao, nao é um habitante da neurónia!)

Anonymuz

12:55 da manhã  
Blogger alex disse...

Agora tenho comentado pouco, pois tenho tido muitos Bar Mitzvah's

;)

1:38 da manhã  
Blogger Caturo disse...

Bando de impotentes mentais.

Não há melhor definição para os acólitos lacaios da ralé que, não tendo argumentos, reduzem-se aos insultos para exprimir a raiva que sentem contra quem não pensa como eles (como se eles pensassem mesmo...).

11:31 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

"Agora tenho comentado pouco, pois tenho tido muitos Bar Mitzvah's
"

Olha a novidade!
Quando é que é o seu?
Ou ja fez?!

88
Anonymuz

5:44 da tarde  
Blogger alex disse...

O Anonymuz tem o sentido de humor de um sinal de trânsito

11:04 da tarde  
Blogger social-patriota disse...

Os autores dos massacres de Londres eram muçulmanos, nascidos na GB e "bem integrados", isso até que acharam que já tinham suficiente poder para poder matar em plena Europa e os seus irmãos muçulmanos não sentirem qualquer represália.
Maometanos = assassinos
Dirigentes europeus = traidores

1:14 da manhã  
Anonymous utopia disse...

que acontece qd nos intrometemos num ninho de vespas? somos ferroados é n
é ? dp é q reflectimos q fomos idiotas em o ter feito pq doeu a brava ! as liçoes tiram-se nas coisas simples da vida !

11:50 da tarde  

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