terça-feira, julho 05, 2005

Os caminhos da Cristandade

“A teologia cristã é a raiz do bolchevismo”, escreveu Oswald Spengler há muitos anos. O que ele queria dizer era que a defesa na Cristandade de ideias como universalismo, igualitarismo, paz, irmandade mundial e altruísmo universal ajudaram a estabelecer e a legitimar a ética e política invocadas pelos socialistas e comunistas .Socialistas e comunistas, contudo, não concordam sempre, e é por isso que outro pensador germânico, Karl Marx, afirmou que a religião é na realidade uma força conservadora, o ópio das massas, a droga que impede que os trabalhadores do mundo se rebelem contra as suas classes inimigas.

Ambos estes “pesos-pesados” teutónicos poderiam ter beneficiado da leitura de “The Germanization of Early Medieval Christianity” de James C. Russel, já que fala, pelo menos indirectamente, da tensão entre as suas diferentes visões do Cristianismo, diferenças que continuam a ser reflectidas nas disputas politicas e ideológicas na direita europeia e americana actualmente. A principal questão na controvérsia é esta: É a Cristandade uma força que ajuda ou dificulta os esforços da direita para defender o modo de vida ocidental? Cristãos à direita argumentam que o seu empenho religioso é fundamental para a civilização ocidental, enquanto pagãos e secularistas à direita (especialmente na Europa) argumentam, com Spengler, que a Cristandade desmorona o Ocidente forçando um universalismo que rejeita raça, classe, família e até nação.

Russel, que detém um doutoramento em teologia histórica pela Universidade de Fordham e ensina na faculdade de Saint Peter, não responde propriamente à questão, mas o seu muito estudado livro sugere uma resposta. A sua tese é a de que a Cristandade inicial floresceu no decadente, desenraizado e alienado mundo do final da antiguidade precisamente porque foi capaz de apelar a vários sectores oprimidos e insatisfeitos da população_ escravos, proletários urbanos, mulheres, intelectuais, aristocratas frustrados e os estranhos idealistas repelidos pelo patológico materialismo, brutalidade e banalidade da época.

Mas quando os missionários cristãos tentaram apelar aos invasores germânicos invocando o universalismo, pacifismo e igualitarismo que havia atraído os excluídos habitantes do império, falharam. Isso sucedeu porque os germânicos praticavam uma religião “folk”, que reflectia homogeneidade étnica, hierarquia social, gloria militar e heroísmo, com “ parâmetros de conduta ética…derivados de um estímulo sócio-biológico para a sobrevivência de grupo através do altruísmo no seio do grupo”. A religião e sociedade germânica aceitavam o mundo como ele era de facto enquanto a Cristandade helénica rejeitava o mundo, reflectindo a influência das religiões e éticas orientais. Por germânicos, deve notar-se, Russel não se refere aos modernos habitantes da Alemanha mas antes aos “Godos, Francos, Saxões, Alanos, Borgonheses, Suevos e Vândalos, mas também os povos viking da Escandinávia e os povos anglo-saxónicos da Grã-Bretanha”, com a excepção dos celtas e eslavos, germânicos significa então quase a mesma coisa que “europeus” propriamente ditos.

Dadas as contradições entre a ética e visão do mundo cristãs e as da cultura indo-europeia dos povos germânicos, a única táctica que os cristãos poderiam usar seria a de parecer adoptar valores germânicos e afirmar que os valores cristãos seriam realmente compatíveis com os primeiros. O grosso do estudo de Russel mostra como este processo de acomodação teve lugar no curso de cerca de quatro séculos. Os santos e o próprio Cristo foram representados como heróicos germânicos, tanto os festivais como os locais sagrados na antiga cultura germânica foram discretamente tomados pelos cristãos como seus, palavras e conceitos com significados e conotações religiosas foram subtilmente redefinidos em termos da nova religião. Ainda assim o resultado final não foi a conversão dos germânicos à Cristandade que tinham inicialmente encontrado, mas antes que a aquela forma de Cristandade foi germanizada, adoptando muitos dos valores indo-europeus que a antiga religião pagã havia celebrado.

Russel sugere, como notado acima, uma resolução do debate sobre o universalismo cristão. A Cristandade original que os germânicos encontraram continha muitas tendências universalistas, adaptadas e reforçadas pelos povos desenraizados e pelo tecido social em desintegração do final do império, mas graças à germanização esses elementos foram depressa suprimidos ou silenciados e aquilo que conhecemos como a Cristandade histórica da era medieval ofereceu-nos uma religião, ética e mundividência que consolidou aquilo que hoje conhecemos como valores conservadores_ hierarquia social, lealdade à tribo e território( sangue e terra), aceitação do mundo como é em vez da sua rejeição e uma ética que valoriza o heroísmo e o sacrifício militar. Ao ser germanizada a Cristandade foi essencialmente reinventada na fé dinâmica que animou a civilização europeia por mais de mil anos.

A resposta de Russel à questão sobre a cristandade é que a Cristandade é tanto a raiz do bolchevismo( na sua primeira fase universalista e não-ocidental) e um pilar de estabilização social e ordem( através dos valores e mundividência que assimilou pelo contacto com os antigos indo-europeus). Através da maior parte da sua história prevaleceu a última concepção de Cristandade, mas hoje, como defende Russel nas últimas páginas do seu trabalho, os inimigos da herança europeia_ o que ele chama “a fusão religiosa-cultural euro-cristã”_ começaram a triunfar dentro das fileiras cristãs. “A oposição a esta fusão, especialmente porque pode interferir com noções de universalismo e ecumenismo, foi expressa em vários dos documentos do Concílio Vaticano II”, e ele vê o mesmo tipo de oposição à influência medieval germânica nos vários movimentos de reforma na história da Igreja, incluindo a reforma protestante, que sempre exigiu um regresso à Igreja primitiva, isto é, à Cristandade pré-germânica. É precisamente esta rejeição da herança indo-europeia que pode ter levado muitos cristãos de ascendência europeia a rejeitar o Cristianismo e a abraçar formas alternativas de paganismo que positivamente afirmam as suas raízes raciais e culturais.

No que quer que seja que a Cristandade primitiva ou verdadeira Cristandade ou Cristandade histórica tenha acreditado ou ensinado, o que está indiscutivelmente a acontecer hoje em dia é a extirpação deliberada do legado europeu da Cristandade pelos seus inimigos no seio das igrejas. A Cristandade institucional que floresce actualmente já não é a mesma religião que foi praticada por Charlemagne e seus sucessores e já não pode apoiar a civilização que construíram. De facto, a Cristandade organizada de hoje é o inimigo da Europa e da raça que a criou.


Samuel Francis

__Este texto parece-me ser de fundamental importância para a compreensão de uma questão que hoje marca decisivamente as sociedades europeias e consequentemente o próprio nacionalismo. O Cristianismo como hoje vigora é inimigo mortal das identidades nacionais e, em face disso, aos nacionalistas cristãos não resta alternativa senão a feroz oposição à Cristandade institucional que hoje impera. Esta Cristandade oficial que advém das hierarquias das Igrejas actuais é um obstáculo fatal à identidade europeia, representa, na realidade, a negação do legado histórico da Europa, o seu objectivo último é o desenraizamento dos povos europeus das suas tradições remotas, o apagamento da nossa memória colectiva, em face a alcançar um universalismo que pretende a diluição da nossa cultura original, transformando-nos numa massa desmemoriada e destituída de verdadeira consciência histórica,pronta a absorver indiscriminadamente qualquer mensagem institucional das Igrejas qual mercado de consumidores de fé. Apenas poderemos aceitar o Cristianismo que foi suporte da construção da civilização ocidental, aquele que resultou do encontro da Cristandade dita primitiva com o mundo indo-europeu e a sua cultura, aquele que verdadeiramente ajudou a erguer o Ocidente; o Cristianismo igualitarista e uniformizador, de raiz semita, asiática, estranho à Europa e aos seus esteios, não pode passar entre nós!

45 Comentários:

Blogger alex disse...

15 dias em Amsterdão,3 ou 4 dias em Paris, mais 15 dias em Estocolmo e uma semanita en NY fazem um bem enorme.

12:26 da manhã  
Blogger pedro guedes disse...

Fico-me pelos 4 dias em Paris e remeto para a "Casa de Sarto".

1:53 da manhã  
Blogger Caturo disse...

Magnífico texto trouxeste aqui, Rebatet (gostava de ter sido eu a pô-lo no meu blogue, eheheh), e um esplêndido artigo escreveste em continuação, no que diz respeito à qualidade da escrita e à descrição completa do problema.


E agora talvez eu devesse manter o silêncio, talvez não devesse dar armas aos inimigos, talvez não devesse ser intransigente, mas ainda assim não resisto a comentar um pouco mais. Quando dizes,
Apenas poderemos aceitar o Cristianismo que foi suporte da construção da civilização ocidental,

repara nisto: mas que Cristianismo é esse de que falas? É este:

Dadas as contradições entre a ética e visão do mundo cristãs e as da cultura indo-europeia dos povos germânicos, a única táctica que os cristãos poderiam usar seria a de parecer adoptar valores germânicos

Parecer, caro camarada, parecer.
Salvas as devidas distâncias, isto parece o PCP a dizer que gosta muito do povo, defende as identidades e as tradições, etc..

Foi, no fundo, uma aldrabice - um cavalo de Tróia. Um cavalo de Tróia destinado a enganar os ferozes e leais mais ingénuos Germânicos.

E o resultado?

Volto a citar:
Através da maior parte da sua história prevaleceu a última concepção de Cristandade, mas hoje, como defende Russel nas últimas páginas do seu trabalho, os inimigos da herança europeia_ o que ele chama “a fusão religiosa-cultural euro-cristã”_ começaram a triunfar dentro das fileiras cristãs.

E cito também,
No que quer que seja que a Cristandade primitiva ou verdadeira Cristandade ou Cristandade histórica tenha acreditado ou ensinado, o que está indiscutivelmente a acontecer hoje em dia é a extirpação deliberada do legado europeu da Cristandade pelos seus inimigos no seio das igrejas.

Em suma, caro Rebatet: o veneno que lá estava dentro, nunca foi eliminado.
Pelo contrário, foi só disfarçado por um lado, neutralizado por outro - mas, como lá esteve sempre, tinha de vir ao de cima e veio.

Repara ainda nisto: uma religião ou é real ou não.
Se é real, baseia-se nos seus fundamentos.
JC foi um judeu universalista, não foi um guerreiro germânico.
Portanto, quem é cristão acaba por ter de enfrentar a importância da verdade.

Saudações Nacionalistas

11:16 da manhã  
Blogger O Corcunda disse...

Muito interessante. Não vejo essa oposição entre a Cristandade primeva e posterior. Vejo apenas realidades diferentes (matéria) para visar um mesmo fim (forma).
Os Cristãos primitivos não dispunham de uma tradição política, ao passo que os povos germânicos tinham uma tradição legal muito rica, que fundida com o Direito Romano, sob uma perspectiva cristã, resultou em grande medida na Cristandade Medieval.

Se se adaptou Cristou a uma perspectiva germânica, de um ponto de vista estético (como o fizeram os ameríndios, os africanos, os malaios, os goeses) não se pode afirmar que Cristo foi submetido à religião germânica, uma vez que não foi definido como um herói humano. Sob pena de ser um deus pagão e não Cristão e de estar na heresia...

Prudentemente faço como o PG e remeto para os especialistas da Casa de Sarto.

11:22 da manhã  
Anonymous João M. disse...

Caro Rebatet, uma vez mais estás de parabéns pela tua audácia, desta feita por teres colocado o dedo numa ferida que muitos preferem ignorar, por saberem quão incómodo e paradoxal é comungar uma religião estranha ao Ser europeu, à nossa idiossincrasia, e designarem-se como nacionalistas, isto é, defensores do que nos é próprio e da nossa singulariedade enquanto comunidade nacional.
Embora me assuma como ateu, em política prefiro adoptar uma posição aconfessional, dado que como bem sabes sou apologista de que, nesta época de acelarada destruição do nosso tecido etno-cultural, as diferenças entre nacionalistas, ou rivalidades, sejam colocadas num plano secundário, a fim de convergirmos no essencial.
Porém, como a Batalha Final é um espaço de liberdade, desvinculada de organizações ou partidos, considero a tua iniciativa de louvar, pois realmente é tempo de relegar para a prateleira da história o nacionalismo bacoco, vetusto de reumático, ou seja esse nacionalismo aburguesado e beato, o qual, enquanto foi prevalecente entre as demais tendências, conduziu-nos a este trágico estado lastimoso, impedindo inclusive a adesão de um segmento populacional, por mínimo que fosse, aos ideais nacionalistas.
O corte radical com essa postura tinha de se dar cedo ou tarde, tu já deste o passo em frente, eles, os outros que o façam também, se tiverem coragem...

Amigo Caturo, como acima referi, sou ateu, e desagrada-me profundamente o Cristianismo em particular, contudo, tenho pautado políticamente a minha conduta por não hostilizar os camaradas que se dizem cristãos ou católicos (se bem que me faça confusão como é que conciliam o ser católico, do grego katholikós, ou seja universal, com ser nacionalista. Estranho não? Nacionalismo universalista?
Bom, preciosismos à parte, há um livrito interessante escrito por Adriano Romualdi e editado pela Tierra & Pueblo, intitulado «El problema de una tradición europea», que talvez seja do teu agrado, ou talvez não, mas que creio ser útil a sua leitura.É Uma visão conciliadora, mas mais não digo para te aguçar a curiosidade.

Um abraço a ambos, protagonistas dos dois blogs que mais me agradam, porque será?

11:56 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

Parabens Rebatet, esta sempre "a altura" da situação.

Nem mais! A tradição europeia é realmente a única que é a nossa!

Veja-se a extensão da infiltração dessas ideias de "tchandala" nas nossas gentes!

Por favor nao chame germânico ao lixo do Marx, porque é coisa que ele nao é!

12:51 da tarde  
Anonymous FilipeBS disse...

O Rebatet não só escreve excelentes textos como ainda seleciona excelentes textos.

Este texto de Samuel Francis contribui muito para este interessante debate.

3:50 da tarde  
Anonymous FilipeBS disse...

Diz o João M., e muito bem:

«O corte radical com essa postura tinha de se dar cedo ou tarde, tu já deste o passo em frente, eles, os outros que o façam também, se tiverem coragem...»

Aí está o cerne da questão. Eu fui um Cristão convicto até aos meus 16/17 anos. Mais: fui um protestante praticante, que estava mais próximo do Cristianismo primitivo do que o Catolicismo medievo. Com o tempo, fui cortando... cortando... pois sabia que a incompatibilidade era grande, para não dizer total.

Mas devo alertar que essa desvinculação foi penoso, conflituoso. Não foi fácil, nem rápido. E isso é natural que aconteça em todos os cristãos sinceros que durante toda uma vida aprenderam que ou seguiam a Cristo ou tinham como destino eterno as labaredas infernais. Uma religião é algo realmente pesado, um fardo difícil de se desprender. E é preciso ter o realismo para saber que nem toda a gente estará disposta a enfrentar uma consciente desvinculação, que pode durar alguns anos…

Hoje, não me considero ateu. Ser ateu é tão presunçoso como ser crente. Nada pode ser provado, nem a existência nem a inexistência divina. Prefiro, pois, considerar-me um desapaixonado das questões religiosas.

Mas adopto a mesma postura conciliatória do João. Não quero nem me interessa hostilizar cristãos sinceros, até porque o cristianismo também tem coisas úteis, em especial a sua moralidade social (a família, os valores da vida e do trabalho, do esforço, do sacrifício).

Se não é possível eliminar o cristianismo, talvez devamos ser pragmáticos e considerar que um Cristianismo reorientado nas raízes germânicas possa perfeitamente ser saudável e socialmente útil para as massas.

Para os outros que, como eu, já saíram do Cristianismo praticante, e porque sei que a espiritualidade é fundamental, creio ser desejável desenvolver uma certa espiritualidade. E digo espiritualidade, nunca religião. Uma espiritualidade sem dúvida inspirada na ideologia panteísta pagã, na aceitação do mundo tal como ele é (realismo), no amor pátrio, no naturalismo e na sacralização do combate, intelectual e físico!

O combate, a guerra, é também muito importante. Selecciona, faz-nos mais fortes, põe-nos à prova, dá-nos um propósito de vida.

4:25 da tarde  
Anonymous Sofia disse...

Cumprimentos pelo magnifíco texto.

Continuo citando o caro João M. "O corte radical com essa postura tinha de se dar cedo ou tarde...".

Eu que fui educada segundo as tradições cristãs, acrescida da rigidez moral que ainda hoje impera na minha casa, custa-me esse corte radical.

Antes de Cristo, há um manancial de sabedoria na Bíblia, os livros reunidos no Antigo Testamento, que desde sempre me habituei a ler.

Acho que faz parte da natureza humana a necessidade de acreditar numa entidade divina.
Nunca consegui aceitar a natureza de Jesus Cristo, mas aprendi a refugiar-me no Antigo Testamento.
Até hoje ainda não precisei de discutir com a minha consciência.

Quando precisar, terei provalvelmente que percorrer o caminho difícil e tortuoso que o caro fipebs refere.

5:22 da tarde  
Blogger Caturo disse...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

6:26 da tarde  
Blogger Caturo disse...

De facto, camaradas, é difícil. Sei bem a dificuldade de enfrentar o medo de estar a comprometer a alma para toda a eternidade, bem como uma espécie de complexo de culpa quase inconsciente de estar a abandonar um «homem bom que morreu por nós».

Mas, se fosse fácil, que mérito haveria em fazê-lo?...

Ou se gosta da verdade ou não.
Ou se procura a justiça, ou não.

E, assim, ao longo dos anos, à medida que se vai saindo da adolescência, vai-se clarificando a mente e ganhando um auto-domínio sobre si próprio.
Deste modo, vai-se obtendo mais capacidade de enfrentar as coisas de frente, uma a uma: e, com calma e um sentido de justiça rígida e integralmente coerente, consegue-se muita coisa - deitar abaixo os medos que nos impingiram (a Igreja é feita por gente muito manhosa... sabem-na toda...), pois terá sentido que um Deus inteiramente bom nos castigue para toda a vida só porque não concordamos com a sua mensagem?

E sobre Quem morreu para «nos salvar» - mas salvar-nos de quê?
Porventura precisamos de ser salvos da nossa própria natureza? E, se precisamos, porque foi que um Deus omnipotente nos deixou chegar a tanta degradação? Porque nos fez tão imperfeitos?

E se um negro se atirasse do alto de um edifício, dizendo que fazia isso para salvar a humanidade (ou então os extra-terrestres destruíam o planeta, por exemplo), também tínhamos de lhe estar eternamente gratos?
Lá bem intencionado, seria ele, mas, e depois?...


O essencial, mais importante do que tudo - porque é que havemos de pactuar com uma invasão espiritual semita, continuando a desprezar os Deuses dos nossos próprios ancestrais? Porque é que os Judeus é que eram o Povo Eleito? Os Judeus valiam mais do que os Germanos, mais do que os Romanos, mais do que os Gregos? Porque é que Jeová há-de valer mais, ou há-de ser levado «mais a sério» do que Júpiter ou do que Odin?
E Moisés, vale mais do que Platão?

Quando hesitarem, pensem em tudo isto. E libertem-se do jugo alienígena.

Naturalmente que não precisamos de andar a dizer isto pela rua fora com megafone e a bandeira do PNR ao lado.
Naturalmente que há camaradas nossos que, por terem sido formados no Cristianismo, são convictos cristãos e, entretanto, não deixam de ser nacionalistas muitísismo válidos.

Mas, nestes blogues assim, podemos ir clarificando as coisas. Não é preciso dizer tudo a toda a gente. Tudo a seu tempo...
E, independemente disso, convém que cada um saiba as linhas com que se cose.

6:32 da tarde  
Blogger miazuria disse...

Alto! Alto!

Meus camaradas e amigos, esta questao Cristianismo/Paganismo tem muito que se diga e se escreva...
Falamos aqui de que "cristianismo", o de Jesus? Que nunca foi Cristao, mas sempre convicto judeu...
O cristianismo "primitivo"? Bem narrado em actos dos apostolos...
O heleno-critianismo? Sintese entre a filosofia grega e a teologia crista, ainda semita...
O "cristianismo"medieval? Permeado de um renovado aristotelismo, pela mao de Tomas de aquino...
O cistianismo ortodoxo/bizantino nas suas manifestacoes grega, eslava, romena,etc?Profundamente influenciado pela filosofia grega e pelo misticismo oriental, enraizado na tradicao russa,(vejam os filmes de Andrei Tarkovsky)
O "cristianismo protestante, nas suas variantes luterana/calvinista?
bem influenciado pela filosofia do individualismo e pela tradicao de livre interpretacao, bem nordica...
O "cristianismo" neo-protestante e anabaptista nas suas versoes messianicas dos quakers, menonitas,pentecostais, baptistas de todas as correntes,etc?
E assim continuaria a nomear "cristianismos" para todos os gostos e tendencias!
O cristianismo alvo da cerrada critica por parte dos meus queridos amigos e camaradas Caturo, JM e Rebatet corresponde somente a um determinado momento da sua historia teologica, desde entao aquele-o cristianismo-tem sofrido influencias filosofico-teologicas que o autonomizaram em relacao a mundovidencia semita.

O "cristianismo"(perdoa-me camarada caturo)incorporou na sua matriz doutrinal e vivencial valores religiosos Indo_Europeus, como tambem cosmovisoes alheias a cosmogonia semita. Pessoalmente creio que o cristianismo faz parte do espolio cultural/identitario da Europa.

Por outro lado, a essencia do cristianismo nao e a igualdade, mas a ideia da liberdade individual.
Mas isso e outra questao.

Um grande abraco para todos

7:26 da tarde  
Anonymous FilipeBS disse...

Diz o Miazuria:

«Por outro lado, a essencia do cristianismo nao e a igualdade, mas a ideia da liberdade individual.»

Discordo. A essência do Cristianismo não é nunca a da liberdade individual. Quando muito, seria a do livre arbítrio individual mas, mesmo assim, tenho as minhas dúvidas.

O lire arbítrio é uma componente importante do Cristianismo, mas daí a considerá-la a componente essencial...

Quanto à igualdade, sim, há igualitarismo no Cristianismo. «Todos são iguais perante o Criador.» «Todos são iguais perante a lei.» Mas nem vejo muito mal nisto... De que outro modo poderia ser?

Mas, até nisso, a Natureza versa o contrário do discurso bíblico. Afinal de contas, quem observa as raças, vê com claridade que umas foram mais dotadas e favorecidas do que outras...

Toda a Natureza é, aliás, tão bela como brutal e muito pouco Cristã e misericordiosa. Os animais comem-se uns aos outros.

Cristo... Terá sido um judeu de religião? Duvido totalmente. Cristo foi, quando muito, um renovador do judaísmo. Mas creio realmente que ele inventou uma nova religião, o Cristianismo, que, em muitos aspectos, vai contra o Velho Testamento.

O Velho Testamento é étno-centrico [centrado unica e exclusivamente nos judeus, raça eleita de Deus, enquanto todas as outras raças são inferiores]; o Novo Testamento, sobretudo com Paulo, alarga muito a abrangência do plano divino de salvação, incluíndo nele judeus e gentios.

Uma das coisas que me fez afastar do Cristianismo foi perceber essa grande oposição entre Velho e Novo Testamentos, que, para alguém, como eu, que julgava que o plano de Deus era sólido, perene e imutával ao longo do tempo, não fazia qualquer sentido...

O Caturo diz:

«E sobre Quem morreu para «nos salvar» - mas salvar-nos de quê?
Porventura precisamos de ser salvos da nossa própria natureza? E, se precisamos, porque foi que um Deus omnipotente nos deixou chegar a tanta degradação? Porque nos fez tão imperfeitos?»

Essas foram precisamente as questões que me fizeram abandonar de vez a crença cristã. De facto, deixei de perceber qual o sentido da necessidade de me salvar de uma natureza que foi o próprio Deus que ma deu...

Ou seja, Deus faz-me imperfeito e pecador por natureza. Depois dá-me um Salvador para eu me redimir da Natureza que o próprio Deus me conferiu.

Para mim, isso é um bloqueio lógico absoluto, e foi isso que me fez perder toda a fé na Bíblia.

Outra coisa que me fez abandonar o Cristianismo foi a inadequação humana dos ensinamentos de Cristo. Dar a outra face é impossível ao homem de espírito saudável.

Diz a Sofia:

«Nunca consegui aceitar a natureza de Jesus Cristo, mas aprendi a refugiar-me no Antigo Testamento.
Até hoje ainda não precisei de discutir com a minha consciência.»

Eu refugiei-me em argumentos que eu próprio inventava. Mas atenção ao Velho Testamento. o VT é muito pouco Cristão. As carnificinas e a intolerância abundam. Enfim, realmente o VT é muito mais "realista" do que o NT.

7:59 da tarde  
Blogger Caturo disse...

Mas atenção ao Velho Testamento. o VT é muito pouco Cristão

Sem dúvida... faço notar que o Antigo Testamento é uma obra judaica que tem de ser interpretada à luz do Talmude. E no Talmude explica-se claramente que, quando no A.T. se diz «Deves amar o próximo», este «próximo» não é qualquer estranho, é, isso sim, o judeu, porque o próximo do judeu, é evidentemente outro judeu.

E agora atente-se numa passagem do Novo Testamento, em que Jesus diz algo como isto:
«Foi-vos dito que deveis amar o próximo. Mas se amares apenas os teus, que recompensa mereceis? Os maus também amam os seus familiares. Por isso, deveis amar todos tal como te amas a ti próprio.»

Ou seja, onde o A.T. é etnicista (bom para os Judeus), o N.T. é universalista.

Assim, nenhum deles serve aos interesses europeus.

Isto é vital, caro Miazuria. Tu sabes que todos os Cristianismos que citaste, têm em comum o mesmo centro: um semita. Dizes depois que o Cristianismo foi europeizado e que assim até nem faz muito mal, mas tu também sabes que o que mais conta, em tudo, é a essência, por mais camadas de verniz que se lhe deite por cima. E o resultado disto ser verdade, está à vista, como o texto que o Rebatet aqui citou o demonstra.

O que se diria a uma criança que estivesse a aprender a religião de JC? Dir-se-ia porventura «Olha, JC era judeu a princípio, mas depois a gente cá na Europa deu-lhe a volta e Ele depois de morrer já é mais nosso do que dos judeus?»

Saudações Nacionais

9:04 da tarde  
Blogger alex disse...

Algumas observações:

- Os primitivos cristãos, das primeiras décadas, cumpriam escrupulosamente a Lei Judaica: respito pelo Sabbath, eram circuncidados, entravam e oravam a Jesus (Yeshua ben Yosef, nome completo judaico de Jesus) no Templo de Jerusalem.

- O antagonismo e a separação concretizaram-se no ano 70 da nossa era, aquando da destruição do Templo de Jerusalem pelos romanos chefiados por Tito, para reprimir a amotinação da província imperial da Judeia.
Os fariseus acusaram então os cristãos (ainda quase todos judeus) de cismáticos e de serem aliados e 'estarem feitos' com Roma.

- A expansão do cristianismo aos gentios e sua subsequente expansão deve-se muito (muitíssimo mesmo) a Saulo de Tarso (S. Paulo) que começou a pregar e a expandir o cristianismo aos gentios.

- Os apóstolos, como é óbvio, eram TODOS judeus.

Outras observações:

O sr.Filipe BS diz, a certo ponto,

"O Velho Testamento é étno-centrico [centrado unica e exclusivamente nos judeus, raça eleita de Deus, enquanto todas as outras raças são inferiores];"

Presumo que esta postura não lhe desagrade de todo e, de forma clara, vem provar que o NS não inventou nada. A filosofia 'supremacista' é velha de milénios e até nasceu no Médio Oriente, não na Europa.
Os que disseram que o NS é uma espécie de 'Sionismo Alemão' têm razão.

a seguir diz:

"...quem observa as raças, vê com claridade que umas foram mais dotadas e favorecidas do que outras...."

Ora cá está o sr.Filipe a utilizar uma mundivisão judaica em 'proveito próprio'.
Então não os pode criticar de forma contundente, pois o que se passa é que cada um puxa a 'brasa à sua sardinha'. :)
Se bem que eles, já na altura, se denominassem como 'Povo' e não como 'Raça', pois os de origem gentílica que se convertessem...passavam a fazr parte do 'Povo'.

"...o VT é muito mais "realista" do que o NT."

Pois é...enfim, coisas da 'judiaria'. ;)

Mais duas notas:

- É (definitivamente) incorrecto dizer que os judeus são uma 'raça', pois existem judeus de diversas raças (até cerca de 1% de pretos).
Neste momento, dos 14 milhões (os mafométicos já são mais de 1 bilião, note-se) de judeus existentes, a maioria é de origem racial Indo-Europeia, primordialmente eslava.

- A confirmar isto mesmo, está o facto de, QUALQUER EUROPEU que se converta ao judaísmo passa a ser um judeu, assim como (nominalmente) os seus descendentes.

PS-O 'problema' (se é que assim lhe podemos chamar) que existiu entre o Nacional-Socialismo e os judeus, ao contrário do que se diz, NÃO teve como causa questões raciais.
Mas essa, é outra conversa.

9:32 da tarde  
Blogger Rodrigo Nunes disse...

Eu não ataquei o cristianismo como um todo, até porque eu sou cristão, o que eu ataquei foi o cristianismo institucional que hoje reina e que, tal como é descrito no texto, pretende cortar com o cristianismo que resultou da fusão com o mundo indo-europeu e se caracteriza por uma mundividência estranha à cultura europeia. Não me parece que seja a Igreja católica pós Vaticano II a única a fazer esse corte com o nosso passado, julgo que o fenómeno é geral à Cristandade institucional actual. E é esse corte que eu não aceito, concordo quando o Miguel refere que o cristianismo faz parte do espólio identitário da Europa, mas esse cristianismo não é aquele que é atacado no texto. Por isso digo que apenas podemos aceitar a cristandade que ajudou a erguer a Europa, esta cristandade oficial de hoje, que parte das hierarquias das Igrejas, nada tem a ver com esse cristianismo marcado pela cultura ancestral da Europa.

O corte radical que o João, o Caturo e o Filipe fizeram, eu, tal como a Sofia, confesso, não o fiz, o Caturo aliás sabe disso visto que já discutimos estes assuntos anteriormente. Não significa que não reconheça a lógica e a pertinência dos vossos argumentos, simplesmente acredito que o cristianismo que marcou a civilização ocidental até hoje nada tem a ver com aquilo em que está actualmente transformado. Até pode ser que o encontro do cristianismo com o mundo indo-europeu tenha significado uma degeneração do cristianismo primitivo, ou original, e que por isso, o «mal» ( como lhe chama o Caturo) sempre estivesse presente à espera do momento certo para submergir a influência europeia, mas é contra isso que luto, contra aqueles que querem extirpar do cristianismo aquilo que o distinguiu enquanto pilar de parte da civilização ocidental.

É preciso entender que para mim, para a Sofia ou para o Miguel, cortar totalmente com uma fé que faz parte da nossa educação, não é uma mera questão de protocolo.Não podemos simplesmente acordar um dia e dizer:"Bom, esta religião não se adapta muito bem aos meus ideais políticos o melhor é arranjar outra..."
, até porque esta foi a mesma religião que inspirou tantos dos nossos antepassados nas mais gloriosas batalhas.

O caturo disse:

"O que se diria a uma criança que estivesse a aprender a religião de JC? Dir-se-ia porventura «Olha, JC era judeu a princípio, mas depois a gente cá na Europa deu-lhe a volta e Ele depois de morrer já é mais nosso do que dos judeus?»"

HEHE, está boa essa,um momento de humor para descontrair.

Cumprimentos a todos.

9:44 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Não somos todos nacionalistas? De que outra religião precisam?

NC

10:44 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Desculpe Buiça, até posso "compreender" a sua admiração pelos
judeus, mas dizer que os judeus são indo-europeus é talvez ir um
pouco longe demais. Não se esqueça que existem os famosos sefraditas,
que de indo-europeus nada têm pois são semitas. Os Nazis exploraram
bem as suas carcterísticas físicas bem distintas dos europeus! Ja
agora que parece estar bem informado a este respeito, repare que a
escrita hebraica nada tem de comum com a europeia, e está decididamente
mais próxima da escrita arabe (tambem semita).
E na verdade todos os judeus têm evitado a mistura com outros
povos sempre na sua tradição de considerar os outros como
inferiores. Quanto à conversâo, só é aceite a dos gentios que lhes
possam trazer alguma vantagem, ou seja, nem todos serão aceites!
Quanto ao problema Nazis-Judeus, foi essencialmente causado
pelos abusos de que os últimos foram causadores na europa - um
exemplo é o nosso "adorado" bolchevismo!
Mas quer mais? Algo mais moderno? Os neo-liberais americanos (que
foram os motivadores do ataque ao iraque) sao na sua maioria judeus.
A verdade é que os Judeus não só se parecem muito com os nazis
como têm o descaramento de acusar os últimos de praticar polítcas
que os próprios usam à milhares de anos!
Se os Judeus são também europeus (os ditos askanaze) então porque
continuam os media mundiais de que detem o controlo a atacar
activamente os europeus, isto é no mínimo uma atitude de judas!
Decididamente, os judeus nao sao nem querem ser dos nossos!
Que haja "meia duzia" de individuos de origem judaica que ate
possam ser bons nacionalistas portugueses e se rebelem contra a sua
origem judia, ate é possivel!

Quanto ao cristianismo, muitos dos seus princípios sâo apenas bom
senso! A utilidade do cristianismo terminou porém no dia em que
terminaram as cruzadas e a expansão! Depois foi a decadencia até
esta forma abortiva e anti europeia que vemos hoje - voltando à sua
natureza semita!

Como sistema religioso tem falhas absolutamente inaceitaveis,
mas para a maioria da população cuja lucidez intelectual é reduzida,
com jeito vai! É bonito, tocante, agradavel, santo, misterioso, luta
pela "verdade", luta pelo "bem", pela "igualdade" entre os homens,...,
para aliviar o sofrimento, e mais alguns disparates,...
Joga com o medo natural da morte, com o sentido pos-morte, com o inferno
para os pecadores/hereticos e o ceu para os seguidores.
E tem os ingrdientes de uma boa novela!


Cumprimentos a todos!
Anonymuz

1:43 da manhã  
Blogger alex disse...

"A verdade é que os Judeus não só se parecem muito com os nazis
como têm o descaramento de acusar os últimos de praticar polítcas
que os próprios usam à milhares de anos!"

I rest my case.

"Quanto ao problema Nazis-Judeus, foi essencialmente causado
pelos abusos de que os últimos foram causadores na europa - um
exemplo é o nosso "adorado" bolchevismo!"

Olhe que não, olhe que não....
(de modo algum)

"continuam os media mundiais de que detem o controlo a atacar
activamente os europeus"

Presumo que esteja a falor das média mundias que passam o tempo a fazer o panegírico aos 'coitadinhos' (os pobrezinhos...acho que vou chorar, buááááá) dos palestinianos e a dizer coisas tremendas do Estado de Israel.
Mais de 80% das reportagens sobre o Médio Oriente nos me(r)dia mundias destinam-se a promover os palestinianos e a diabolizar Israel.
Para 'domínio judaico' não está mal, não senhor... ;)


Continnuo a ver demasiada excitação e preocupação com os 14 milhões de judeus, tudo isto enquanto mais de 1 BILIÃO de mafométicos se expandem e se tornam mais insolentes a cada dia que passa, à medida que as mulheres deles parem filhos à velocidade com que as cadelas parem ninhadas.
Embirraram com os judeus....enfim...prioridades....

O Caturo, diga-se em abono da verdade, tem feito um excelente trabalho a desmascarar os 'coitadinhos' (acho que vou chorar outra vez...) e 'pobrezinhos' dos mafométicos.

PS-É de notar que o Anonymuz reconhece o carácter não racial do 'ser judeu', pois reconhece que os há de várias raças.

PS2-Não, não sou judeu (ohhhh que chatice), nem Sefardita nem AskheNAZI :)

Cumprimentos a todos.

4:09 da manhã  
Anonymous Å disse...

Se... Seu... Seus blasfemos!!!!

Ardereis no fogo eterno dos infernos e sereis violentamente fustigados pelo chicote do Buiça...


;)

4:39 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

Quem é que não joga com o medo natural da morte???...

10:44 da manhã  
Blogger acja disse...

Cocordo c o Rebatet e c o Buiça, o cristianismo é a raiz da sociedade ocidental, propondo a razão de fraternidade, de real amor ao própio,de dilemas morais condizentes c a existência humana e sua limitação frente a existência e a Deus,e além de tuo , trouxe algo mais plausível em q acreditar doq na deusa da´água,no deus do fogo..., e também acredito q haja o sentimento proposto ao judeu de fraternidade e "dó", até mesmo mistificação de santidade, por causa do holocausto, em q boa parte é marketing,em vez de se tratar questões sérias, assim como aconteçe c o negro , mas ninguém se lembra dos italianos q os marroquinos escravizaram...a demagogia social esconde a dominação da sociedade pelos judeus, fechados em suas comunidades se estendem a todos os campos financeiros.

11:45 da manhã  
Anonymous Causa Identitária disse...

Caro ACJA escreve que «ninguém se lembra dos italianos que os marroquinos escravizaram», ora alguns lembram-se e para tal aconselhamo-o a visitar a nossa página internet www.causaidentitaria.org/ , na secção Loja encontrará um caderno que aborda exactamente esse episódio trágico de mais de 1 milhão de europeus feitos escravos pelos árabes. O preço do mesmo é inquestionávelmente acessível.

12:11 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Este senhor rebatet é uma espécie de 3ª via nacionalista!
É uma questão de inteligência...e bom senso.

12:12 da tarde  
Anonymous João M disse...

Ao anónimo das 12:12 tenho de dizer que o Camarada rebatet não é uma espécie de 3ª via do nacionalismo, é, isso sim, uma voz que indica a única via possível para o nacionalismo vingar, isto é, o nacionalismo identitário!

12:46 da tarde  
Blogger alex disse...

Estão a ver os mafométicos, estão a ver??

Pois é.

2:08 da tarde  
Anonymous FilipeBS disse...

A propósito da escravidão a que os Europeus foram sujeitos (por islâmicos) durante os séculos pós-medievos, o ACJA deve já agora consultar o seguinte artigo:

http://www.portugalsempre.com/escravidao_europeia.htm

2:56 da tarde  
Anonymous FilipeBS disse...

Sr. BUIÇA,

«O sr.Filipe BS diz, a certo ponto,

"O Velho Testamento é étno-centrico [centrado unica e exclusivamente nos judeus, raça eleita de Deus, enquanto todas as outras raças são inferiores];"

Presumo que esta postura não lhe desagrade de todo»

Nunca disse que tal postura etnocentrica dos judeus me desagradava. Até digo que me agrada bastante essa sua vitalidade e consciência étnica únicas no mundo. E digo-lhe mesmo mais: Do ponto de vista judaico, acho um absurdo o abandono dos colonatos. Só vejo isso como uma atitude suicida. E não estou aqui contra os palestinos. Esses, também os admiro pela sua tenacidade combatente, mesmo sem os recursos e as poderosas armas dos judeus.

A única coisa que não me agrada é a forma como o povo judeu tem tentado ao longo da História subverter e minar a civilização Europeia. Isso é que é absolutamente inaceitável.

A sobrevivência dos judeus não pode ser feita às nossas custas.

3:03 da tarde  
Blogger Saady Roots disse...

Completamente de acordo......não me revejo em nada na actual cristandade.

5:15 da tarde  
Blogger Suevo disse...

Não vou entrar em discussões sobre a nova ou a antiga cristandade, isso pouco importa, o que realmente importa é que a Cristandade (se fizerem questão de lhe chamar actual estão à vontade) será dos maiores (senão o maior) inimigo dos nacionalistas e identitarios europeus.

Muitos nacionalistas já acordaram para a realidade, pode não ser facil, mas ao menos tentem afastar-se dessa nefasta influencia cristã!

Eu não estou dizer que devemos declarar guerra ao Cristianismo, mas o certo é que o Cristianismo já nos declarou guerra a nós, e só os mais distraidos é que ainda não se aperceberam disso.

6:12 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Olhe Buiça eu estou completamente de acordo com as suas considerações
sobre os mafométicos!

A diabolização do estado de israel, faz parte de um jogo duplo! O problema
é que há judeus que querem ser apenas israelitas, seguir a sua religiâo e
viver em paz, e outros que estão convencidos que têm de dominar o mundo.
A pressao e diabolizacao de israel mantera a sua coesao, doutra forma pode-se
diluir "no meio" internacional. As leis dos judeus sao baseadas no desprezo
pelos nao judeus, sentimento de superioridade, direitos diferentes,...
O estado de israel deve existir, é o estado judaico e o local onde a grande
maioria desses 14 milhoes deve viver! Para isso é que foram injectadas
fortunas pelos EUA,..., e ate pela Alemanha, que continua a pagar por um
dito holcausto que ninguem conhece os verdadeiros contornos e do qual nao
ha uma única prova científica! O que há sao relatos de "testemunhas" umas
movidas pelo ódio outras pelo terror dos vencedores e no meio, obviamente
tambem alguma verdade!

Quem quer ter poder real, adopta todo o tipo de teorias que vao
aparecendo e vao na "onda" porque a "onda" "esta a dar" e dai vem o poder.
Há um livro que lhe recomendo chamado "protocolos dos sabios do siao".
Mesmo que este livro nao seja real, aqui descreve-se algo de verdadeiramente
diabólico, praticas que tem concerteza muitos "adeptos".

A ameaça dos mafomas é sem duvida muito maior em termos de numeros, e neste
contexto israel ate nos pode ser util. O problema é que eles (os judeus)
defendem-se bem enquanto que nos os europeus andamos a roda de estupidos
humanismos que sao pura estupidez suicida, mas ao qual e dado o nome de
tolerancia e sociedade multi-cultural e multi-racial! Sao esses me(r)dia mundiais
que mostrando os desgracadinhos e coitadinhos, fazem a cabeça dos europeus, e
por isso tanta é a aceitação desses mafomas na europa! Isto nao prova que os
me(r)dia nao sejam controlados pelos judeus, afinal o cristianismo semita que
esta de novo "em moda" veio dos proprios judeus, a diferenca é que eles sabem
manter-se a margem desse tipo de ideias, eles sao sempre "umas vitimas e todos
os odeiam",a propria propaganda antisemita e uma catalizador interno da sua uniao
contra todos os outros, sejam mafomas, europeus, chineses, etc! É uma tradição
milenar e enraizada! As crianças deles são ensinadas assim! Ao contrario, as
nossas sao cada vez mais estupidificadas!
Imagine que os europeus comecavam a comportar-se como os judeus, meu amigo,
garanto-lhe que ninguem nos poderia parar! Nem chineses, nem os indianos, ...,
ninguem!
A europa TEM de se libertar seja de que forma for da corrupcao intelctual!

Abreviando, existe um odio latente contra os europeus, e esse odio vem de
muitos lados! Se não nos defendermos acabamos inevitavelmente por ser destruidos!
Isto é uma tática muito mais abrangente pois é, o holocausto, é o colonialismo,
é a escravidao (que acabou ja a seculos), é a necessidade de recursos para manter
o nivel de vida dos mais ricos, tudo mas tudo serve para alimentar o odio anti
europeu!
Coitadinhos, coitadinhos, coitadinhos e nao passamos disto!
O veneno interno vem ate da propria igreja! Dos proprios cristaos, dos cristaos-novos!

Bom ja agora explique la qual era o problema entre os nazis o os judeus!


Anonymuz

6:16 da tarde  
Blogger alex disse...

"... um
dito holcausto que ninguem conhece os verdadeiros contornos e do qual nao
ha uma única prova científica!"

Existem provas sim senhor.Não foi uma encenação....ou está como a Anã Drago & Amigos que negam que tenha existido a 'maré negra' de Carcavelos?
:)

Mas isso nem é o mais importante. O importante é saber PORQUÊ!
Só lhe digo o seguinte:
- Para se criar uma REALIDADE é preciso muitas vezes criar uma NECESSIDADE desesperada.
Interprete como quiser.

- Porque é que muitos judeus (se calhar os que 'interessavam') nunca foram importunados pelo III Reich?

- Porque é que havia judeus nas fileiras do NSDAP?

Adiante.

"Há um livro que lhe recomendo chamado "protocolos dos sabios do siao"."

Pois há. Mas até os nazis sabiam que era falso (baseado numa sátira francesa a Napoleão III) e que tinha sido elaborado pelos grotescos incompetentes da Ochrana, a polícia secreta da Rússia czarista.
A linguagem é tão ridícula e tão palerma (quase cómica) que tenho uma prima de 9 anos que, de certezinha, escreveria os 'Protocolos' bem melhor.

"A ameaça dos mafomas é sem duvida muito maior em termos de numeros, e neste
contexto israel ate nos pode ser util. O problema é que eles (os judeus)
defendem-se bem enquanto que nos os europeus andamos a roda de estupidos
humanismos que sao pura estupidez suicida, mas ao qual e dado o nome de
tolerancia e sociedade multi-cultural e multi-racial! Sao esses me(r)dia mundiais
que mostrando os desgracadinhos e coitadinhos, fazem a cabeça dos europeus, e
por isso tanta é a aceitação desses mafomas na europa!"

Concordo em larga medida.

"Bom ja agora explique la qual era o problema entre os nazis o os judeus!"

Acho que já ficou dito.
O que se passou com o 'encontro' do NS e do Sionismo foi que se juntou a 'fome' com a 'vontade de comer'.

"O problema
é que há judeus que querem ser apenas israelitas, seguir a sua religiâo e
viver em paz, e outros que estão convencidos que têm de dominar o mundo."

Tem razão.
Mas essa situação acontece em todas as religiões, não só com os judeus.
De qualquer forma, ao que parece, em Israel a correlação de forças é já francamente desfavorável aos segundos...e eles sabem que não podem dominar o mundo.
Nunca ninguem conseguiu, o mundo é demasiado grande e complexo.
Tal objectivo 'dominacionista' é uma utopia patética, quer venha de judeus, de cristãos, de mafométicos, de americanos, de nazis ou de esquimós.

Cumprimentos

6:59 da tarde  
Blogger alex disse...

Nota: a Ochrana não criou própriamente os 'Protocolos', mas fez a adaptação do escrito francês original de Joly, uma salganhada algo 'carbonária'.

7:03 da tarde  
Blogger Suevo disse...

Sobre carbonarias ninguem dá lições aos Buiças!

10:56 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

A linguagem e pouco relevante, o que interessa é o conteudo.

Entao nao acredita em conspiracoes?
A kabal e as maconarias sao invencoes de gente paranoica?

Ja agora quando fala em holocausto deve se estar a referir as famosas cameras de gas. Quais sao entao as provas cientificas? E a primeira vez que leio da sua existencia!

Anonymuz

12:01 da manhã  
Blogger acja disse...

agradeço ao causa identitaria e ao filipesbs pela atenção quanto ao post.

1:53 da tarde  
Blogger miazuria disse...

Bom, enriquecidor e instrutivo debate!

Meu caro e amigo Filipe: diz-me em que texto, versiculo ou tradicao oral Jesus falava ou falou de uma nova religiao denominada "cristianismo"...
Quando se fala em "judaismo" e tambem por comodidade de explicacao.
O "judaismo" de enato estava dividido em "seitas" e grupos como os Saduceus, Essenios, Zelotas, Fariseus...
Alias como hoje continua dividido em ortodoxos, ultra-ortodoxos, conservadores, liberais, etc. E dentro destes grupos existem diferentes escolas.
O Judaismo nunca foi monolitico!
Quem, de facto, fundou o "cristianismo" foi Paulo de Tarso.
Saudacoes

4:18 da tarde  
Blogger miazuria disse...

Identifico-me muito com o que foi escrito pelo Rebatet.

Saudacoes

4:19 da tarde  
Blogger miazuria disse...

"enriquecedor"

E o que da escrever em tempos impostos e limitados pelo cronometro do computador!

Saudacoes

9:07 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

Este equilibrado e elevado texto do Rebatet - na sua melhor tradição, aliás - pode, do meu ponto-de-vista, ser complementado com a sólida Doutrina Católica Tradicional que JSarto nos oferece na sua excelente Casa de Sarto.
Como pequeno reparo, eu diria, apenas, que Marx não é um pensador germânico; é - isso sim! - um filósofo judeu.

Mendo Ramires

5:03 da tarde  
Blogger Caturo disse...

Boa malha no enredado e no marreco, ó Rebatet...;)

11:28 da manhã  
Anonymous Zefig disse...

Fodass é fogo às igrejas, acabar com a puta do cristianismo \o destruir mas é essa merda de uma vez por todas.
Mente pura e Sangue puro.
Cristianismo po caralho, é historia pa putos isso.
Só quem é burro é que não sai dessa merda e continua a acreditar nas suas historinhas e Deus lol

Ai que ele me vai castigar, vou po inferno por ter dito isto, ai k medo ai ai

1:47 da manhã  
Anonymous Zefig disse...

E reparem na europa cada vez ha maior numero de Ateus, tamos a crescer.
Os paises com raças de merda é que não têm ateus quase nenhuns mesmo. São uns burros de merda que ficarão pa sempre presos à religião, não sabem pensar
Mente pura, Sangue puro 66688 14

1:49 da manhã  
Blogger Feio Porco e Mau disse...

Muito boa discussão, e que não devia ser deixada ao "acaso" em "simples" caixas de comentários, vistas por poucas dezenas de pessoas (e que já são dos nossos ou então não têm cura...).

Nós temos a cura, mas temos de aplicar a vacina a quem está doente e que se queira/possa curar, não a quem já se livrou do mal ou a quem tem um diagnóstico feito e definitivo.


É importante, e louvável, que se discutam abertamente e livremente assuntos como este, mas se calhar não seria má ideia deixarem-se das tertúlias, e das discussões "pessoais", e condensarem essas ideias num texto doutrinador, versão light (que está na moda!), que sirva de guia "oficial" para todos os nacionalistas-não-de-futuro?

O PNR seria um bom "local" para começar essa "doutrina" (certamente não quererá ofender os católicos, mas há várias maneiras de dizer as coisas, e tocar neste assunto era uma maneira de se assumir "revolucionário" em contraponto ao tradicional "conservador" que foi sempre apanágio do partido do zé gato) e se há coisa que não compreendo é o afastamento de certas "individualidades", que sempre se queixaram do zé gato para não colaborarem com o PNR, e que agora -- não tendo essa "desculpa" -- se mantêm longe da apregoada "única alternativa nacionalista".

Estão à espera de quê? Que querem mais?

3:44 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

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3:27 da manhã  

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