sexta-feira, outubro 14, 2005

De quem não se esquece nem se arrepende

Ao Camisa Negra

Não gosto da política. Se pensam que o fascismo consiste em fazer desfilar rapazes vestidos com camisas castanhas ou negras, digo-vos que essa não é a minha definição de fascismo. Defendi os fascistas, é diferente: porque conheci fascistas e porque detesto a mentira. Protestei contra uma falsificação dos factos e contra uma missão de desnaturação das almas e confiscação das vontades, fundada sobre essa falsificação. Continuo convencido que tinha razão. Mentiram-nos e continuam a mentir-nos: porque esta mentira é indispensável aos políticos no poder. Mas esta mentira deteriora-se hoje, desmoronar-se-á amanhã. Acabaremos por olhar as experiências fascistas como experiências políticas que foram molestadas e desfiguradas pelas necessidades dramáticas da guerra, mas que têm por carácter essencial a exaltação de certos valores morais: a coragem, a energia, a disciplina, a responsabilidade, a consciência profissional, a solidariedade, cuja desaparição é o drama das sociedades que se seguiram. Ser fascista hoje é desejar que estas palavras tenham um sentido para os povos.

Antes de detestar o fascismo seria necessário tentar compreendê-lo. O fascismo nasceu, historicamente, da cólera dos antigos combatentes contra os políticos. Mas foi, mais profundamente, uma oposição espontânea contra a desmoralização da guerra e do pós-guerra que acompanhou a transformação de uma sociedade rural estável, económica, paciente, corajosa, vinculada à honestidade e ao civismo, numa sociedade de assalariados tendo por horizonte o aumento de salários, por guia a ideologia, por instrumento a política.

Os movimentos fascistas nasceram de uma reacção contra esta desnaturação dos povos. Esta reacção teve por todo o lado o mesmo ponto de apoio. No seu desassossego, aqueles que rejeitavam este novo mundo do pós-guerra ligaram-se a uma imagem-tipo da grandeza passada do seu povo, para a Itália a das legiões de Roma , para a Alemanha a dos germânicos de Arminius que haviam vencido o exército do Cônsul Varus, para a Roménia ou a Hungria a dos seus camponeses combatentes, para a Espanha a imagem da honra castelhana: não uma ideologia mas um modelo moral, o que personificava melhor o que eram ou que haviam querido ser nas trincheiras onde haviam combatido.

Ao destruir, depois da Segunda Guerra Mundial, este renascimento da consciência nacional sob o pretexto de destruir a ideologia racista, destruiu-se uma solução política original que permitia, à vez, quebrar as ideologias destruidoras da unidade nacional e os excessos do capitalismo selvagem.

Ora, o racismo constituído em ideologia não faz parte da definição do fascismo nem mesmo da definição do nacional-socialismo. Como as outras ideologias, parte de uma ideia justa que foi ultrajada e deformada ao transformar-se num sistema. Os seus excessos foram os excessos aos quais conduz todo o pensamento sistemático.

Na realidade, os regimes fascistas não foram regimes de constrangimento para os indivíduos. Respeitaram geralmente as liberdades individuais e não reprimiram senão a sabotagem, o parasitismo e a especulação. Em contrapartida asseguraram aos povos a mais preciosa das liberdades, a de serem eles mesmos e não aquilo que se decidiu que sejam: liberdade que nós já não conhecemos.

Os regimes fascistas foram ou tentaram ser regimes de solidariedade e justiça social, que foram seguidamente deformados pelos constrangimentos da guerra. Todo o regime de solidariedade e justiça social exige um Estado forte: mas um Estado forte não tem necessidade de ideologia: tem necessidade apenas de bom-senso e generosidade

Não acredito na história dos regimes fascistas e da Segunda Guerra Mundial tal como a apresentam hoje. Esta história ainda não está feita: e o que foi feito, é-nos escondido. O dossier das falsificações é copioso: refere-se aos factos, aos documentos, às omissões. Deixo a cada um a tarefa de elaborar o que se percebe, agora, deste catálogo. Todo o homem que reflecte deveria tomar consciência das nossas ilusões: consumimos como animais irracionais a mentira da nossa vitória, a mentira da nossa resistência, a mentira da nossa liberdade. Estas mentiras alimentaram ideologias de autodestruição, o anti-racismo, a luta de classes. E esta comida adulterada é o segredo da nossa impotência.

Muito em breve, dentro de vinte anos, dentro de dez anos talvez, a raça branca na Europa deverá lutar pela sua sobrevivência. Esta batalha suprema exigirá regimes fortes, governos de salvação pública. Não poderá ser conduzida senão pela deterioração das ideologias e pelo recurso às qualidades viris de que falei. Não é preciso interrogar-se hoje se estes regimes fortes são possíveis, é preciso saber que eles são inevitáveis: sob qualquer nome que lhes atribuamos. Porque eles são a condição da nossa salvação.


Maurice Bardèche,"Le Crapouillot" nº77

14 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

«Muito em breve, dentro de vinte anos, dentro de dez anos talvez, a raça branca na Europa deverá lutar pela sua sobrevivência»

Trata-se, evidentemente, de um "fascista zoológico".~

NC

4:42 da tarde  
Anonymous João M disse...

Mais que zoológico foi um profeta.

Além disso penso que zoológico não se adequa bem, já que Bardèche era antes um etnicista e muito realista, traduzindo-se estas designações, hoje, por Identitário.

7:03 da tarde  
Blogger Rodrigo Nunes disse...

«Trata-se, evidentemente, de um "fascista zoológico".»

Haha, certamente ;)

«Além disso penso que zoológico não se adequa bem,»

João, o Nuno quando utilizou a expressão "zoológico" estava a ser irónico, isto tem a ver com uma velha discussão que tivemos no blog do Camisa Negra há algum tempo, foi uma espécie de "private joke".

«já que Bardèche era antes um etnicista e muito realista, traduzindo-se estas designações, hoje, por Identitário.»

;)

7:17 da tarde  
Anonymous JM disse...

«João, o Nuno quando utilizou a expressão "zoológico" estava a ser irónico, isto tem a ver com uma velha discussão que tivemos no blog do Camisa Negra há algum tempo, foi uma espécie de "private joke".»

Ahahahah, terei de estar mais atento às discussões nos outros blogues.

9:51 da tarde  
Anonymous DNAEuropeu disse...

Hoje ja nem podemos confiar nos brancos k vemos, ja começa a haver muitos brancos com antepassados negros e k é impossivel ver pela cara essas influencias. Mas ta la no sangue e isso nunca desaparece, nem passado 90 gerações acreditem.

3:12 da manhã  
Blogger Feio Porco e Mau disse...

«Muito em breve, dentro de vinte anos, dentro de dez anos talvez, a raça branca na Europa deverá lutar pela sua sobrevivência.»

Foda-se, mas foi mesmo ele que transcreveu isso?! Cum caralho, o homem deve tar doente. O amigo dele, o Toni Cross, já está a preparar um comunicado no seu bafiento escritório da Pide-Beira-Baixa, onde desmascara totalmente o este camisa negra que, afinal, no fundo nunca passou de um fn_racista.

5:59 da manhã  
Blogger Rodrigo Nunes disse...

Não, quem traduziu o texto fui eu, simplesmente dediquei-o ao Camisa Negra porque sei que o Bardèche é bastante apreciado por ele. Foi um gesto de boa-vontade :)

3:54 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

A Matriz Holográfica Reptiliana, a “Realidade” Fabricada: O PACTO REPTILIANO
(“Pacto Secreto”)
Será uma ilusão tão grande e tão vasta, que ela escapará da percepção deles.
Aqueles que virem isso, serão tidos como insanos. Criaremos frentes separadas de atuação
para evitar que eles vejam a conexão que existe entre nós. Nos comportaremos como se não
estivéssemos conectados, para manter viva a ilusão. Nosso objetivo será alcançado
gota-a-gota, para nunca trazer suspeitas sobre nós. Isto também irá evitar que eles vejam as
mudanças a medida em que elas estiverem ocorrendo. Estaremos sempre acima do campo
relativo da experiência deles, pois nós sabemos os segredos do absoluto. Trabalharemos
sempre juntos e permaneceremos ligados pelo sangue e pelo segredo. A morte virá para
aquele que falar. Nós manteremos suas vidas curtas e suas mentes fracas, enquanto fingimos
fazer o contrário. Usaremos nossos conhecimentos de ciência e de tecnologia de formas sutis,
para que eles nunca vejam o que está acontecendo. Usaremos metais suaves, aceleradores de
idade e sedativos nos alimentos e na água, e também no ar. Eles estarão cobertos de venenos
em todas as direções que se voltarem. Os metais suaves irão causar a eles a perda de suas
mentes. Iremos prometer encontrar a cura em nossas muitas frentes, no entanto nós iremos
alimentá-los com mais venenos. Os venenos serão absorvidos através de suas peles e bocas,
levando-os a destruir suas mentes e sistemas reprodutivos. De tudo isso, seus filhos nascerão
mortos, e nós iremos esconder esta informação. Os venenos estarão escondidos em tudo que
os cercam, no que eles bebem, comem, respiram e vestem. Precisamos ser espertos na
disseminação dos venenos, pois eles vêem longe. Nós ensinaremos a eles que os venenos são
bons, utilizando imagens engraçadas e músicas bonitas. Aqueles que eles procurarem irão
ajudar. Nós os alistaremos para repassarem os nossos venenos. Eles irão ver nossos produtos
sendo usados em filmes e irão crescer acostumados com eles e nunca saberão os seus
verdadeiros efeitos. Quando eles nascerem, iremos injetar venenos no sangue de suas crianças
(vacinas) e convenceremos a eles que é para ajudá-los. Começaremos bem cedo, quando suas
mentes estão jovens, e nós visaremos suas crianças com o que as crianças mais amam, coisas
doces. Quando seus dentes estragarem, nós os encheremos de metais que irão matar suas
mentes e roubar seus futuros. Quando a capacidade deles de aprender tiver sido afetada, nós
criaremos medicamentos que irão torná-los mais doentes e que causarão outras doenças, para
as quais nós iremos criar ainda mais medicamentos. Iremos fazer com que eles sejam dóceis e
fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e
quando vierem nos pedir ajuda, nós iremos dar a eles mais veneno. Iremos focalizar a atenção
deles para o dinheiro e bens materiais, de tal forma que eles nunca possam conectar-se com
seu eu interno. Iremos distraí-los com fornicação, prazeres externos e jogos, tal que eles
nunca possam ficar um com a unicidade do Todo. Suas mentes nos pertencerão e eles farão o
que mandarmos. Se eles se recusarem, iremos encontrar modos de implementar tecnologias
de controle mental em suas vidas. Usaremos o medo como nossa arma. Nós iremos impor
seus governos e estabeleceremos oposição dentro deles. Iremos controlar ambos os lados. Nós
iremos sempre esconder nosso objetivo, mas levaremos adiante nosso plano. Eles irão
trabalhar para nós e nós iremos prosperar com o trabalho deles. Nossas famílias nunca irão se
misturar com as deles. Nosso sangue precisa ser sempre puro, pois este é o caminho. Nós
faremos eles se matarem entre si, quando isso nos convier. Nós manteremos eles separados da
unicidade através de dogma e religião. Nós controlaremos todos os aspectos de suas vidas e
diremos a eles como e o que pensar. Nós os guiaremos bondosa e gentilmente, deixando eles
pensarem que estão guiando a si mesmos. Fomentaremos a animosidade entre eles através de
nossas facções. Quando uma luz brilhar entre eles, nós iremos extingüí-la usando o ridículo
ou a morte, o que nos for melhor. Iremos fazer com que rompam seus próprios corações e
matem suas próprias crianças. Iremos conseguir isto usando o ódio como nosso aliado, e a
raiva como nossa amiga. O ódio irá cegá-los totalmente, e nunca irão ver que, de seus
conflitos, nós emergiremos como seus governantes. Eles estarão ocupados se matando entre
si. Eles se banharão em seu próprio sangue e matarão seus vizinhos durante o tempo que
acharmos conveniente. Nós nos beneficiaremos muito deste fato, pois eles não nos verão, já
que eles não conseguem nos ver. Continuaremos a prosperar devido às suas guerras e suas
mortes. Iremos repetir isso sem cessar até que nosso objetivo final seja alcançado.
Continuaremos a fazer com que vivam com medo e raiva, usando imagens e sons. Usaremos
todas as ferramentas que dispomos para conseguir isto. As ferramentas serão fornecidas pelo
trabalho deles. Faremos com que se odeiem entre si e odeiem seus vizinhos. Sempre
ocultaremos a verdade divina deles, de que somos todos um. Eles nunca devem saber disso!
Eles nunca devem saber que a cor é uma ilusão, devem sempre pensar que eles não são iguais.
Gota-a-gota, iremos avançando em direção ao objetivo. Iremos roubar-lhes a terra, recursos e
riqueza para exercer controle total sobre eles. Nós os enganaremos para aceitar leis que irão
roubar a pouca liberdade que eles possuirão. Estabeleceremos um sistema monetário que os
aprisionarão para sempre, mantendo eles e seus filhos em dívidas. Quando eles se reunirem
em bandos, nós iremos acusá-los de crimes e apresentaremos uma história diferente para o
mundo, pois nós iremos ser donos de toda a mídia. Usaremos nossa mídia para controlar o
fluxo de informação e o sentimento deles em nosso favor. Quando eles se insurgirem contra
nós, nós os esmagaremos como insetos, pois eles são menos que isso. Eles não terão
condições de fazer nada, já que eles não disporão de armas. Recrutaremos alguns deles para
levar adiante nossos planos, iremos prometer a eles a vida eterna, mas a vida eterna eles
nunca terão pois não são um de nós. Os recrutas serão chamados de “iniciados” e serão
doutrinados para acreditar em falsos ritos de passagem para os reinos mais elevados.
Membros desses grupos [os illuminati] pensarão que eles são um conosco, nunca sabendo a
verdade. Eles nunca devem saber essa verdade, pois eles se voltarão contra nós.
Pelos seus trabalhos, eles serão recompensados com coisas materiais e grandes títulos, mas
nunca se tornarão imortais e se juntarão a nós, nunca receberão a luz e nunca viajarão para as
estrelas. Eles nunca alcançarão os reinos superiores, pois a matança de seus semelhantes irá
impedir a passagem para o reino da iluminação. Isto eles nunca saberão. A verdade estará
escondida nos seus rostos, tão perto que eles serão incapazes de focarem ela, até que seja
tarde demais. Oh sim, tão grande será a ilusão de liberdade, que eles nunca irão saber que eles
são nossos escravos. Quando tudo estiver em seu lugar, a realidade que tivermos criado para
eles irá possuí-los. Esta realidade será a prisão deles. Eles viverão em auto-ilusão.
Quando nosso objetivo for conseguido, uma nova era de dominação irá começar [a Nova
Ordem Mundial, New World Order]. Suas mentes estarão limitadas por suas crenças, as
crenças que nós estabelecemos desde tempos imemoriais. Porém se eles conseguirem
descobrir que são iguais a nós, então nós iremos morrer. ISTO ELES NUNCA PODEM
SABER. Se eles conseguirem descobrir que juntos eles podem nos derrotar, eles tomarão esta
ação. Eles nunca, jamais, devem descobrir o que nós temos feito, pois se eles descobrirem,
nós não teremos nenhum lugar para ir, pois será fácil de ver quem nós somos, uma vez que o
véu caia. Nossas ações irão revelar quem nós somos e eles nos caçarão e nenhuma pessoa nos
dará abrigo. Este é o pacto secreto pelo qual viveremos pelo resto das nossas vidas presente e
futura, pois esta realidade irá transcender muitas gerações e muitos períodos de vida. Este
pacto é selado com sangue, nosso sangue. Nós, aqueles que do céu para a terra vieram. Este
pacto NUNCA, JAMAIS pode ser conhecido que exista. Ele NUNCA, JAMAIS deve ser
escrito ou falado pois se ele for, a consciência que ele produzirá irá liberar a fúria do
CRIADOR PRIMORDIAL sobre nós e nós seremos lançados para as profundezas, de onde
viemos, e permaneceremos lá até o fim do tempo infinito.

1:58 da manhã  
Blogger Feio Porco e Mau disse...

«Não, quem traduziu o texto fui eu, simplesmente dediquei-o ao Camisa Negra porque sei que o Bardèche é bastante apreciado por ele. Foi um gesto de boa-vontade :)»

Sorry, fui eu que percebi «do» em vez de «ao». De qualquer forma é como vocês (eles) dizem, esse Bardèche era um zoológico!

Cada vez tenho mais nojo dessa cambada de amigos do nigger lover tom cruise e do rabicholas combustões.

Antigamente arranjavam colunas em pasquins ou livros editados pelos seus amigos para serem "bastante conceituados", hoje em dia fazem blogs e atiram com a data de nascimento para se arvorarem de grandes nacionalistas ou grandes pensadores do nacionalismo.

Vão-se mas é f.....!

2:22 da manhã  
Blogger miazuria disse...

Bom texto, este do Maurice Bardeche.

Infelizmente profetico quando nos fala do futuro da raca branca.

Saudacoes

9:41 da manhã  
Anonymous Melia disse...

Isso que o anonymous meteu "A Matriz Holográfica Reptiliana, a “Realidade” Fabricada: O PACTO REPTILIANO
(“Pacto Secreto”)
é tudo mentira, é ridiculo. Achas que os Arianos são tão burros pa acreditar numa historia dessas?
Esse texto vê-se que é feito por um nazi para provocar odio.

2:34 da tarde  
Blogger acja disse...

O Rebatet acertou, de novo.

7:55 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

voces nacionalistas nunca irao a lado nenhum. Acham mesmo que algum dia conquistarao o poder em Portugal ou na Europa e acham mesmo que vão conseguir expulsar todos os imigrantes para preservar a vossa raçazinha?
enfim vão sonhando sentados que é para não se cansarem..

3:42 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

«voces nacionalistas nunca irao a lado nenhum.»

E no entanto cá estás tu a chatear-nos o juízo.

NC

3:06 da manhã  

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

<< Página inicial